Uma Clone

Quem sou eu???? Bem, eu sou a May, deixa eu te contar logo que é para você não se assustar. 
Eu sou um clone. Sim, um clone. Como isso ocorreu? Haaa, bem, não tem muito tempo. O que eu quero de minha vida? Buscar minha identidade, não quero ficar amarrada ao meu ser original, ou seja, de quem eu fui clonada. 
Meus poderes surgiram há mais ou menos um ano, não sou como meu irmão cujo sou clone, ao contrário dele posso absorver as características de materiais e seus derivados como metal e madeira. Também tenho um simbionte que é nomeada de Grito, já meu irmão tem sete o parasitando, ele vive dizendo que eles são as coisas mais insuportáveis, quando estão frustrados ou querem tomar o controle de certas circunstâncias. 
Eu fiquei cuidando de uma divisão especial do local onde eu trabalho, pois meu irmão precisava de um tempo depois de enfrentar um ser multiversal e um monstro de três cabeças que invadiu nosso planeta, porém agora eu que preciso de um tempo fora do trabalho depois de pedir para que minha equipe coletasse o DNA de espécies não catalogadas, então eu e minha simbionte pensamos em tirar umas férias fora do tumulto da cidade e de algumas coisas, mesmo que tivesse que gerenciar o projeto Grendel e o projeto Ômega. 
Me levantei do computador que estava ajudando um novo integrante da base com alguns problemas para entender alguns sistemas do laboratório da e pedi para que esperasse no laboratório pois iria chamar meu irmão. 
Eu saí do local e assobiei para o chamar, porém fui buscá-lo assim e assim que sai dos corredores ouvi alguém resmungando quando me virei meu irmão estava grudado em uma parede próxima conversando com seus Simbiontes então eu o chame a atenção: -Ei vocês oito, podem descer um minuto por favor? 
Ele desgrudou da parede e me questionou: -Sim o que vocês precisam? 
Eu respondi o guiando para o laboratório: -Preciso que veja com o Curt algumas ideias que ele falou comigo e eu falei para ele para chamar você para buscar algumas ideias sobre a segurança dos laboratórios da base. 
Ativei a porta e deixei os dois se entendo após isso eu segui para a saída da base eu cheguei e chamei o elevador durante a trajetória minha simbionte me perguntou: -Para onde vamos? 
Eu apertei o botão para subirmos e a respondi: -Vamos fazer uma visita a nossa bisavó. 
Quando chegamos ao saímos da base minha simbionte me pergunto: -A casa da sua bisavó fica muito longe? 
Eu segui até o local e respondi: -Não pelo que me lembro, a casa dela não fica muito longe, minha bisavó e minha mãe ajudaram minhas tias com a casa na arvore e montaram não muito longe do rancho, porque se caso minha tia precisasse voltar para casa, ficaria perto do local. 
Chegando no rancho, vi minha tia organizando algumas roupas ela notou minha presença e me perguntou: -O que está fazendo aqui, achei que tinha ficado na base fazendo trabalhando? 
Respondo: - Preciso de um pouco de paz e tranquilidade, preciso pensar em algumas coisas de minha vida. 
Minha tia termina de recolher as roupas e segue até a porta e responde: -A vovó me pediu pra ajudar com as roupas, já que ela e meu irmão estão um pouco ocupados com algumas tarefas. 
Eu abro a porta para entrarmos e pergunto: -Você quer uma ajuda, acho que imagino que sua avó pediu uma série de tarefas pra você ajudar em casa. 
Ela coloca o sexto de roupas em cima da mesa e começa a dobrar em seguida me deito no sofá e adormeço. 
Minha tia me acorda: -May, está tudo bem? Acho que estava sonhando, pois estava resmungando um monte de coisas. 
Eu acordo meio perdida: - Hã?? Resmungando? Humm? Não sei se estava sonhando. 
Minha tia me pede para levantar e me lavar, pois estava próximo ao jantar. 
Subo as escadas e vou no banheiro para lavar as mãos, minha simbionte comenta: -Seu sonho deve ter sido barra pesada pra sua tia ter te acordado. 
Eu sigo pelo corredor até questiono para Grito: -Você.... consegue ver minhas memorias e acessar meus sonhos? 
Minha simbionte responde: -Sim eu acho, porém preciso saber como e aprender. Meus semelhantes que hospedam seu irmão, levaram milhares de anos e treino com suas habilidades, fora que Venom veio de Klyntar o nosso planeta natal, eu mal descobri meus poderes. 
Eu desço as escadas respondendo a Grito: -Cara assim como você não faço muita ideia da extensão dos meus poderes. 
Ao descer as escadas vejo minha bisavó e minha tia sentadas na mesa e meu tio sentado no sofá eis que ouso minha bisavó e minha tia conversando. 
Eu me sento em das cadeiras e minha bisavó comenta para mim: -A Apple Bloom me falou que ocê veio passar uns dias aqui. 
Eu respondo a ela: -Sim nós viemos, pois precisávamos de um tempo fora do trabalho para descobrimos mais sobre a gente. 
Minha bisavó me questiona confusa: -Como assim nós? 
Em seguida ela questiona para minha tia: -Ela também tem aqueles bicho? 
Eu respondo a ela com Grito formando parte de seu corpo em minha mão e projetando sua cabeça para fora de meu corpo: -Sim bisa eu tenho um Simbionte. 
Eu me aproximo de minha bisavó e Grito a cumprimenta respondendo: -Prazer senhora meu nome é Grito ouvi muito sobre você. 
Minha bisavó fica um pouco espantada e respondendo: -Bom pelo menos ocê num tem poderes ou algo assim. 
Grito usa um de seus tentáculos para abri um pouco minha boca para mostrar meus dentes afiados enquanto usa outro para pegar um garfo, eu seguro o objeto me concentro e absorvo as características do material do objeto em seguida Grito recolhe seus tentáculos para dentro de meu corpo e me concentro para retirar as caraterísticas do metal de meu corpo. 
Minha bisavó nos questiona: -Ocês tem mais algum poder ou habilidade que tenho que me preocupar? 
Eu respondo: -Nada de muito preocupante, porém não tenho nada muito fora do que vocês já viram, porém tenho menos poderes que meu irmão. Por exemplo, eu não consigo manipular matéria e o espaço, a doze de DNA de Kaiju em minha genética é menor e tenho uma porcentagem maior de genética humana pois meu irmão fez uma fusão genética com o próprio DNA dele, que eu já tinha e juntou com parte dos genes humanos da Applejack e da Rarity e tenho DNA cruzado de algumas espécies de criaturas hibridas, fazendo com que eu seja a prova de balas, resistente para aguentar uma pancada de um poste de rua com muita força ainda que se me derem um soco ou me baterem me incomode e tenho sentidos como olfato audição e visão ampliadas e pra completar tenho unhas afiadas como garras fora o que a espécie da grito me proporciona ou e posso até ser meio imortal, mas tenho uma mortalidade meio lenta. 
Minha bisavó responde: -Ok tudo bem. Quer jantar ou você também não precisa se alimentar? 
Eu balanço minha cabeça para os lados respondendo: -Sim e não. E meio complicado 
Minha bisavó e tia se sentam na mesa e se servem e minha bisavó me pergunta: -Ocê anda enfrentando. 
Eu interrompo minha bisavó e respondo: -Na real à última coisa que fizemos foi recrutar um integrante novo, mas nada de mais, estou com dois projetos na base e deixei meu irmão cuidando deles um é uma criatura que mescla a multe facilidade dos Klyntars com a força e precisão de um dragão cujo eu peguei o DNA e os genes de um alienígena draconico e um dragão de uma idade média diatópica e distorcida e mesclei para criar a criatura absoluta enquanto ao outro projeto estou usando os restos do Alpha para criar uma espécie de ilha viva  sem a consciência destrutiva do Alpha para atrapalhar sendo futuramente a moradia dos mutantes da cidade e de alguns foragidos também futuramente virar uma cidade. 
Minha Simbionte comenta: -E quem seria o prefeito ou prefeita do local. 
Eu respondo a grito e concordando: -Acho que o cargo seria meu e você seria a vice-presidente da cidade, mas acho que com você morando no meu corpo seria difícil você se manter no cargo teríamos que arranjar outra pessoa para o papel, mas veremos isso no futuro. 
Todos terminam de jantar me levanto e me sento no sofá e ligo a televisão minha tuia me questiona se quer que eu vá ajudar ela com as tarefas da escola eu concordo sem ela insistir muito eu pergunto a minha tia: -Beleza com o que posso te ajudar? 
Minha tia responde me mostrando o seu trabalho: -Meu problema é que preciso fazer uma redação de dez páginas que a senhora Cheerilee me pediu. 
Eu vejo o caderno e o livro dela e respondo: -Ti tia eu já escrevi um relatório político para dois embaixadores Appoplexianos e já escrevi inúmeros relatórios diversos uma tarefa escolar deve ser simples. 
Nós Nos sentamos na mesa e ela me explicou o que se tratava o trabalho dela e eu a ajudei quando terminamos eu voltei para o sofá e questionei: -A antena multe parabólica que meu irmão montou ainda funciona?  
Minha tia responde: -Eu não me lembro com muita clareza, mas as últimas vezes que a vovó se sentou para ver televisão estava funcionando e ontem quando fui ver TV estava funcionando. 
Eu saio de casa e peço para minha simbionte me ajudar a chegar no telhado, eu dou uma olhada na antena. Ela tinha uma base de tom azulado, seu metal era resistente enquanto o corpo do objeto era todo remendado de outros metais condutores, porém testados para resistir a tempestades fortes e trovoes. Enquanto a bengala era feita de uma combinação de metais, que melhoram as ondas de rádio enquanto a ponta era feita de um chumbo metálico modificado. 
Eu comento com minha simbionte: -Pelo que parece está estável e bem normal, sem erros nem nada de errado. 
Nós descemos do telhado e entramos em casa e eu pensei que fosse problema nos cabos, mas minha simbionte deu uma olha detalhada nos cabos e fios e eu respondi: -Os cabos não estão errados, meu irmão montou e fez tudo, estão errados. 
Minha simbionte responde: -Vamos tentar ligar a TV não vai doer nem nada. 
Eu respondi: -Não, mas é bom sempre fazer uma verificação, pelo menos na posição da antena e em alguns cabos, a cada dois meses mais ou menos, porque nas minhas lembranças vindas do meu irmão, ele usou uma das suas transformações, mais especificamente um Cerebrocrustaceano, para escolher as peças e um Planchacüle para a montagem. Sei que as máquinas que o Gambiarra monta são duráveis e funcionais, mas é melhor sempre se certificar dos erros. 
Eu ligo a televisão e vou mudando de canal, minha tia comenta: -Tá passando o jogo de Baseball 
Eu olho estranhando e questiono minha tia: -E tu gosta desse jogo criatura? 
Minha tia responde: -Eu brincava com a Switie Beele e a Scootaloo de jogar baseball as vezes e foi a Scoot que deu a ideia e as vezes eu via no telão da base o jogo.
Eu respondo: -Sim eu sei, meu irmão via vocês assistindo a TV na base e as suas contrapartes de equestria, vivam buscando seus gostos e coisas para fazem como objetivo de vida e uma das lembranças do meu irmão, visitando equestria para buscar troca e vendas as viu jogando. 
Eu mudo para o canal de esportes e ouço o comentarista narrar as jogas: 
“Aqui estamos no início do 6º inning, com o arremessador dos Fugitivos, Jimmy, ainda no monte. Ele tem mostrado um ótimo controle hoje, mantendo os Vingadores em apenas 2 corridas até agora.” 
“É verdade, Jimmy tem sido incrível. Ele está misturando bem os seus arremessos, mantendo os rebatedores dos Vingadores desequilibrados.” Disse o comentarista. 
“O primeiro rebatedor deste inning é Gluto, o terceiro na ordem dos Vingadores. Gluto é conhecido por seu poder de rebatida, então Jimmy precisará ser cuidadoso aqui. 
“Gluto é perigoso, especialmente quando ele consegue colocar a bola no campo externo. Vamos ver como ele se sai contra Jimmy.” Disse o Comentarista. 
“Aqui vem o primeiro arremesso... e é uma bola rápida bem no meio do prato! Gluto balança e... é uma linha reta para o campo esquerdo! A bola está indo... indo... e é uma rebatida dupla! Gluto chega seguro na segunda base.” 
 “Essa foi uma rebatida poderosa. Gluto conseguiu pegar a bola no ponto certo e enviá-la direto para o campo esquerdo. Os Vingadores têm agora um corredor em posição de anotar.” Disse o Comentarista 
“Agora é a vez de Jimmy, o próximo rebatedor dos Vingadores. Ela também é uma boa rebatedora de contato. Ester se prepara para o arremesso... aqui vem... e é uma curva no canto externo para um strike.” 
“Bom arremesso para começar a contagem. Jimmy precisa continuar com esse tipo de controle para sair deste inning sem permitir corridas.” Disse o Comentarista. 
“O próximo arremesso... Jimmy... e é uma bola rasteira para o campo curto! O interbases dos Jimmy, Ester, pega a bola, lança para a primeira base e... out! Myaxx avança para a terceira base.” 
 “Uma jogada fundamental de Ester. Ela garantiu o out, mas agora os Vingadores têm um corredor na terceira base com apenas um eliminado.” Disse o Comentarista. 
“O próximo rebatedor é Bivalvan. Ele já tem uma corrida impulsionada hoje. Bivalvan olha para a terceira base, se prepara... aqui vem o arremesso... e é uma bola rápida alta, fora da zona de strike.” 
“Bivalvan está procurando uma boa bola para rebater e trazer Myaxx para casa. É uma situação de muita pressão para ambos os lados.” 
“Jimmy se prepara novamente... aqui vem o arremesso... e é um slider para o canto interno! Bivalvan balança e... uma bola alta para o campo central! O campista central dos Fugitivos, Ra’ad, está correndo para trás... ele chega na bola e... pega! Myaxx está correndo para o home... aqui vem o lançamento... e... out no home plate! Que jogada espetacular de Ra’ad para terminar o inning! 
“Que jogada defensiva incrível! Ra’ad salvou a corrida e manteve os Fugitivos na liderança. É disso que se trata o beisebol, grandes jogadas em momentos decisivos.” Grita o Comentarista. 
Esse grito do comentarista, me deu um susto, chegou a tremer a TV. 
“Vamos para a parte baixa do 6º inning, com os Fugitivos ainda na frente por 3-2. Não saia daí, já voltamos!” 
Eu comento enquanto desligo a televisão: -Foi interessante, mas este jogo já está definido, porém acho que poderiam ter usado suas habilidades passivas como resistência do exoesqueleto os braços extras e o taco carregado de eletricidade para dar impulso a bola 
Minha simbionte me refuta: -Mas isso não seria trapaça ainda mais se considerar que são aliens jogando o que deixaria a jogada desequilibrada ou fora das regras comuns do jogo 
Eu entrego o controle para minha tia e respondo: -Se quiser ver televisão ou continuar vendo o jogo fica à-vontade, nós vamos ver se a bisavó deixou alguma lista de tarefas para eu ajudar vocês, já que vou passar uns dias aqui. 
Eu ouço minha tia falar: -Acho que a vovó deixo a lista na geladeira. 
Eu vou até a cozinha e vou debatendo com minha simbionte: 
Você sabe por que viemos para cá? Por que nos afastamos do CMC? 
Eu sinceramente não faço ideia, achei que iriamos para casa da sua bisa avó para ficar de babá da sua tia. Grito responde 
Não a Apple Bloom sabe se cuidar, ela já tem quase quinze anos, não precisa que a vigiemos, fora que ela passa um bom tempo na base das pretendentes com as amigas e com o resto do pessoal, então ela estaria segura por lá. Com a gente o sem a gente. 
Eu chego até a geladeira e pego alista e leio: 
“Apple Bloom lavar a louça  
“Big Mclntosh organizar e recolher os ovos das galinhas” 
“May varrer as folhas do quintal” 
“Apple Bloom Lavar a roupa” 
“May Varrer a casa” 
“Big Mclntosh Lavar o banheiro” 
“Apple Bloom Tirar o pó dos tapetes” 
“Big Mclntosh Dar comida aos animais” 
“May Limpar a casa” 
Eu termino de ler a lista e a coloco de volta na geladeira, pego o ancinho e vou para fora. Minha simbionte logo resmunga em tom de deboche: -Ótimo trabalho braçal, que divertido. 
Eu respiro fundo coloco minha mão no rosto e resmungo com um pouco de frustração: -Mmm, vai ser divertido 

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Minhas Historias

  Confira minhas historias e como esse universo foi construído