Os Cripitedeos são criaturas criaturas pouco conhecidas pela ciência porem em outros universos são criaturas fora do comum ou lendas populares de outras sociedades ou tribos, em um desses casos os Cripitedeos são criaturas criadas por erros genéticos ou combinações mal realizadas de características que potencializam certas habilidades ou características já proeminentes na criaturas.
Chupa Cabra
sendo um erro de combinar um chacal uma sangue suga e um canídeo
Tendo uma aparência horrenda desnutrida tendo falta de pelagem em alguns locais do corpo sua calda se assemelha a de um rato tendo olhos vermelhos e sua dentição sendo desorganizada e afiada como laminas são usados para matar animais selvagens
Homem coruja
O objetivo era criar um ser perfeito para missões de vigilância ou até mesmo como uma arma biológica. Utilizando engenharia genética avançada, ele tentou fundir DNA humano com o de uma coruja-das-torres ( Tyto furcata ), conhecida por sua visão noturna excepcional e audição aguçada. Mas, como todo erro de criação, algo saiu catastroficamente fora do controle.
Em vez de um ser harmonioso, o resultado foi um ser disforme e grotesco: o Corujal. Sua pele seria cinzenta e escamosa em algumas partes, com tufos de penas ásperas em outras. Seus olhos, embora grandes e amarelos como os de uma coruja, estariam em posições desalinhadas, transmitindo uma perturbação visual. As mãos seriam uma fusão de dedos humanos com garras afiadas, e seus braços, embora musculosos, apresentariam remendos de asas atrofiadas, incapazes de voar, mas que pulsariam de forma estranha com seus batimentos cardíacos irregulares. Sua boca, com dentes irregulares e pontiagudos, se assemelharia a um bico distorcido, tornando sua fala um ruído gutural e assustador.
Ele seria uma criatura de dores constantes, reflexo do conflito biológico em seu próprio ser. Cada movimento seria um lembrete da sua existência antinatural. A mistura de DNA resultou em um metabolismo instável, talvez exigindo uma dieta peculiar e até mesmo aberrante para se sustentar.
comportamento:
Solitário e Esquivo: Devido à sua aparência monstruosa e à dor constante, o Corujal seria extremamente solitário. Ele evitaria qualquer contato humano, temendo a repulsa e a hostilidade. Seus esconderijos seriam locais isolados e escuros, como cavernas profundas, florestas densas e abandonadas, ou ruínas esquecidas, onde pudesse se camuflar e evitar ser detectado.
Predador por Necessidade: A necessidade de se alimentar seria uma força motriz brutal. Sua dieta, embora potencialmente carnívora, poderia se estender a criaturas menores da floresta, ou até mesmo a algo mais sinistro em momentos de desespero, dada sua natureza de "erro". Seus sentidos aprimorados – a visão noturna das corujas, aguçada para o mínimo movimento, e a audição, capaz de captar o mais leve sussurro – o tornariam um caçador noturno implacável.
Inteligência Distorcida: Apesar de sua aparência grotesca, o Corujal manteria resquícios da inteligência humana de sua composição genética. Ele seria capaz de raciocinar, planejar e até mesmo manipular, mas sua mente seria distorcida pela dor e pelo isolamento. Poderia desenvolver uma compreensão rudimentar do ambiente e até mesmo criar armadilhas primitivas para suas presas.
Agressividade por Medo: Qualquer aproximação humana seria interpretada como uma ameaça. O Corujal atacaria com ferocidade, usando suas garras afiadas e força descomunal, não por maldade intrínseca, mas por puro instinto de autopreservação. Seus ataques seriam silenciosos e rápidos, aproveitando a escuridão da noite.
Lamentos e Perturbações Noturnas: Seus grunhidos e pios distorcidos, misturados com gemidos de dor, seriam os únicos sons que emitiria. Esses lamentos poderiam ser confundidos com os "pios de agouro" de uma coruja, intensificando o medo e a superstição ao seu redor. Ele poderia até mesmo causar pequenas perturbações no ambiente ao seu redor, como derrubar objetos ou emitir sons para afastar intrusos.
Vingança ou Redenção? Uma parte intrigante de seu comportamento poderia ser um anseio subjacente por vingança contra seu criador ou contra a humanidade que o gerou. Ou, talvez, em raros momentos de lucidez, um desejo desesperado por algum tipo de redenção ou fim para sua miséria, levando-o a buscar uma forma de "cura" ou a se aproximar de quem pudesse oferecer ajuda – mas esses seriam impulsos efêmeros, rapidamente ofuscados por sua natureza distorcida.


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