Um novo Amigo

Durante nossa caminhada eu recebo uma mensagem no meu celular e um correio de voz no meu comunicador. Grito me questiona: -Como você tá conseguindo sinal de celular no meio desse fim de mundo? 
Eu pego meu celular e respondo: - Grito, minhas mães me deram um celular com conexão via satélite pra me comunicar com elas, também porque nem todo mundo vai ter um distintivo comunicador. 
Eu vejo as mensagens do meu celular e as respondo: 
Apple Bloom: -Essa criatura é bem interessante vou mostrar pro pessoal da divisão de caça. Mas como vocês estão indo? 
Eu: -Bem nos conseguimos sair do deserto fizemos uns equipamentos, pescamos e dei um treinamento rápido com a Grito.  
Apple Bloom: -Hummm, bom boa sorte pra vocês, espero que estejam se divertindo. 
Eu saio da troca de mensagens com minha tia e vou ver o que a Rarity falou comigo: 
Rarity: -Como anda a expedição de vocês? 
Em seguida eu respondo: - Estamos bem, saímos da nossa última parada e paramos numa floresta, mas não nos ferimos muito. 
Em seguida eu pego meu distintivo e vejo o correio de voz: 
Bruce: -Alo cambio! Aqui é o Bruce, nós recebemos a sua foto do monstro que você caçou e já estamos o estudando e catalogando. 
Em seguida eu lembro da pergunta de Grito e respondo: - E você tinha perguntado como eu consegui sinal de celular no meio do matagal. Bom assim que a Rarity me deu o meu celular meu irmão fez melhorias de sistemas no aparelho dois dias depois com uma justificativa de me ajudar em casos de uma emergência mesmo que eu já tinha argumentado que eu tinha o distintivo e que ele era muito melhor com esse aspecto, mas ele fez mesmo assim. 
Grito questiona curiosa: -Mas o que de diferente ele melhorou? 
Eu respondo listando e contando nos dedos: -Bom só de começo ele tenho uma carcaça feita de infinitium, a rede dele está conectada com a extranet, tem uma tela de vidro Orishano, a tecnologia que forma as peças externas é de nível quatro e uma antena que capta sinais de rádio. E isso é só o que ele me falou. 
Grito me questiona: -Mas o seu distintivo já não tem boa parte dessas funções? 
Eu respondo: -Sim... e o que tem?  
Em seguida minha simbionte resmunga: -ENTÃO PRAQUE QUE TU VAI USAR DOIS APARELHOS COM UMA FUNÇÃO PARECIDA CRIATURA. Me explica? 
Eu dou de ombros e dou uma risada leve e besta. 
Grito me questiona: -Por que estamos indo até aquela casa? 
Eu respondo: -Podemos nos abrigar lá por um ou dois dias e se bobear podemos pegar algumas coisas da casa para usarmos em nossa jornada. 
Seguimos nossa caminhada até chegar perto da casa e vimos que a casa era protegida por uma cerca e eu pergunto para Grito: -Você consegue se camuflar? 
Grito fica confusa com a minha pergunta e eu novamente: -Você consegue ficar invisível? Se camuflar? 
Grito responde: -Na verdade eu nunca tinha tentado isso, mas vi nas lembras dos meus semelhantes e de meus irmãos essa habilidade. Mas pra que você precisa que eu me camufle? 
Eu respondo: -Porque se a casa ainda estiver sendo usada nós passamos de relance e se não tiver ninguém morando no local eu não quero arriscar ativar algum sistema de segurança. 
Grito se mescla em mim e em seguida eu comento: -Certo tenta fazer o seguinte analisa atentamente o padrão de cores do ambiente e de alguns objetos como essas grades. 
Grito observou os padrões de cores do metal, ela se concentrou, seus dedos e parte de sua mão ficaram com um tom de cinza metálico idêntico ao da grade, porém grito me questionou: -Olha eu entendi a sua ideia e é uma ótima estratégia e eu agradeço o aprendizado com a nova habilidade, mas pra nos manter camufladas a grade não teria que ser uma parede para nos manter invisíveis aos olhos das outras pessoas. 
Eu respondo: -Sim, mas e no oceano ou na água lá ninguém nos vê não teria que ter nem uma muralha ou nada parecido. 
Nós concordamos com o debate e entramos no quintal da casa e nós seguimos lentamente pelo local sem chamar muita atenção e conseguimos ter uma visão melhor da casa sendo uma casa bem grande parecendo quase uma mansão. 
Era uma casa com dois andares, o lado de fora da casa era de cor bege meio escuro, com quatro janelas sendo: duas na frente e duas atras, par de quatro janelas grandes no segundo andar e tendo uma janela simples nas laterais 
Nos subimos nas paredes para olhar o interior da casa. Vimos vários estatuas de animais e objetos raros em algumas estantes, algumas cabeças entalhadas de animais como: rinocerontes leões e alguns outros. 
Subimos para o segundo andar, bem devagar para observar a janelas, já que não queríamos que ninguém nos visse. Vimos um jovem, ele usava uma jaqueta de couro marrom, calças cargo e botas de combate, seus cabelos são curtos e desarrumados, com uma faixa na cabeça para manter o cabelo fora do rosto. 
Quando menos esperamos ele conseguiu nos ver por um breve momento, mesmo que tivéssemos abaixado a cabeça rapidamente e saído de perto da janela, ouvimos sua voz: -Eu sei que você está aí, então me fala o que você quer aqui se não... 
Eu sussurro com Grito: -Agora seria uma boa hora para usar sua camuflagem. 
Grito se mescla com as cores da casa e entramos pela janela lentamente e nos empoleiramos num canto entre o teto e as paredes e nos revelamos com grito dizendo: -Olá não queremos seu mal  
Ele fica confuso com a fala de minha simbionte e questiona: -como assim queremos? 
Grito se recolhe me revelando, eu desço da parede e me alongo respondendo: - desculpa minha a irmã ela ainda está treinando as táticas de camuflagem, apesar de sermos bem discretas quando queremos. E aliás, prazer sou May e essa e minha meia irmã simbionte Grito 
Ele olha para grito e responde: -Um simbionte, já vi relatos e reportagens de sua espécie nos jornais. 
Ele questiona: -Mas, o que vocês vieram fazer aqui? desculpe perguntar. 
Grito resmunga na minha cabeça: -Vamos devorar sua cabeça e deixar seu corpo morto no chão. 
Eu respondo: - Vimos sua casa de longe e achei que não morasse ninguém. Estamos numa exploração de autoconhecimento e treino e se a casa não fosse moradia de alguém, iriamos passar uns dias no local pegar alguns suprimentos e depois seguir de viajem  
Ele responde: -Já viram que esta casa não é abandonada. Mas, temos um pequeno galpão nos fundos e que podem se hospedar, por no máximo 3 dias, pois ele será derrubado para construção de um laboratório. 
Eu pergunto: -Você tem comida e sua lavanderia funciona? 
Ele responde: -Sim, eu consertei os canos outro dia. Por quê? 
Eu respondo: -Porque eu tô me alimentando de frutas que achei no deserto e de carne de uma coisa que parece uma fusão de um tubarão blindado com dentes afiados e de outras bestas silvestres que também são muito estranhas. E tentei lavar minhas roupas num lago de uma floresta, mas acho que a água do riacho era saloba e não tira o cheiro de viseiras e de líquido gástrico de monstro. 
Ele comenta: -Aliás eu nem me apresentei: -Me chamo Alexandra, mas pode me chamar de Alex. 
Eu tiro minha mochila das costas, retiro as roupas guardadas e ela me indica onde fica a lavanderia, e comenta: -Eu sou uma exploradora, já explorei diversos lugares diferentes durante minhas jornadas e consegui artefatos bem intrigantes como a espada de Ekchuah, o ídolo de Ahuizotl e a estátua do alicornio de cristal, e outros artefatos raros. 
Eu respondo: -Interessante, meu irmão já catalogou muitas espécies e viveu com colossos há milhares de anos. 
Alex questionou: -Seu irmão viveu com Godzilla e aquelas coisas? 
Eu acenei com a cabeça afirmando e comentei:- Nossa cidade já foi atacada por eles algumas vezes, a última quase destruiu uns treze quarteirões. Meu irmão e as nossas amigas tentaram reunir outros aliados para derrotar o demônio de três cabeças. 
Alex responde: -Sim eu li e vi as reportagens. 
Eu termino de botar as roupas na lava roupa, me sento no sofá e ligo a televisão, estava passando no jornal uma reportagem de uma batalha que aconteceu a alguns dias: 
Jornalista genérico: - E estamos aqui perto da praia da calda do Brasil onde o que parece ser quatro monstros batalhando junto de uma espécie de mariposa monstruosa. 
A reportagem mostrava Godzilla, Kong Skar King e Shimoo lutando em meio a uma cidade do Brasil junto de meu irmão que estava transformado em um Necrofriggiano. 
Alex observa a reportagem e questiona: -A última vez que vi essa lagartixa nuclear ele era azul. 
Eu respondo: -Sim. Até eu to estranhando um pouco as placas cor de rosa, acho que ele chegou num nível maior de radiação, ele deve ter absorvido algum reator nuclear ou o poder de algum monstro que se rebelou contra sua autoridade. 
Eu questiono: -Mas me fala, qual sua história? Quem seria você fora das câmeras de exploradora? 
Alex se senta e começa a contar sua história: -Nasci em uma pequena cidade, mas sempre sonhei com grandes aventuras. Desde jovem, me inspirei em histórias de exploradores e arqueólogos, decidi seguir esse caminho. Durante minhas viagens, eu descobri minha verdadeira identidade e me assumi como uma mulher trans. Minha jornada de autodescoberta tornou ainda mais forte e determinada a viver sua vida ao máximo. 
Eu respondo: -Poxa vida, que legal. 
Alex: - Agora, me conte um pouco sobre você. 
Eu me alongo, respiro fundo, estalo meu pescoço que deixa Alex meio impressionada e impressionada com tamanho do meu exagero; e eu começo: - Bom eu sou clone do meu irmão, geneticamente modificada, pra ser mais exata, ajudei um grupo de jovens Osmosianos da minha equipe a lidar com seus problemas e os dei um bom auxílio com as tarefas que eu os indicava. Atualmente estou tentando me encontrar fora do ponto onde estou, vinculada como clone alterado geneticamente do meu irmão. Ou seja, tentando conhecer quem eu sou e quem serei. 
Alex: - E o que conseguiu extrair até o momento, deste autoconhecimento? 
Eu: -Até o momento não consegui extrair muito de minha autonomia como individuo próprio. 
 Alex: - E quais serão seus próximos passos? 
Eu: - Bem, neste momento, um banho, trocar de roupa, comer alguma coisa e dormir. Faz semanas que não durmo em uma cama. 
Alex: - Bom, aqui tem o que você precisa. Também farei o mesmo. Até amanhã, então. 
Eu comento com Grito enquanto vamos para o galpão que Alex nos emprestou: -Eai o que você achou da Alex. 
Grito me responde: -Ela parece ser legal, mas vou me acostumando com ela. 
Eu respondo: -mesmo que só passemos três dias aqui. 
Seguimos até o galpão e arrumamos a cama e em seguida seguimos para o banheiro e após o banho nós fomos para a cama. 
No dia seguinte acordamos e observamos a bagunça que estava o galpão e resolvemos arrumar.  
A pós arrumar o lugar, saímos do galpão. 
Estava um dia lindo, muito claro, o céu numa coloração azul esverdeada, caminhamos até a casa principal. 
Encontramos um bilhete na porta: “Não estarei em casa até o fim do dia, fiquem à vontade, mas não façam bagunça. Há comida na geladeira. Qualquer problema, o comunicador está sob a mesa, só pressionar e sou acionada. 
Nós entramos na casa tomamos café, eu troco minhas roupas e saímos para andar nos arredores do local vemos a trilha da casa até o portão de entrada, passamos pelo portão e seguimos a estrada principal, para ver até onde ela nos levaria. 
Depois de uma caminhada de uns 30 minutos, chegamos a uma pequena cidade. Parece até que já tivemos nesta situação. 
Grito responde:-Tipo quando estivemos em Virquen. 
Eu respondo: -Exatamente, porém parece ter uma estrutura maior. Tem até cinema. 
Seguimos olhando o comercio, as casas, as pessoas nos observam, sabem que somos forasteiras. 
Percebemos que algumas destas pessoas, também não são daqui, estão disfarçadas, mas não parecem ser do mal, apenas vivendo em comunidade 
Vemos algumas lojas de bijuterias, de vendas de eletrônicos, estabelecimentos vendas variadas; foi quando resolvemos parar perto de um ponto de ônibus, que tinha sinal de internet. Peguei meu celular e abri o mapa gps para nos localizarmos afinal não estávamos mais na floresta ou em algum meio desconhecido. 
Eu uso o GPS para localizar um mercado ou algum lugar para comprarmos algo, nós seguimos até o local, quando chegamos nós entramos e compramos uma barra pequena de chocolate, um carregador de celular e um recarregador de energia. Saímos do local e eu me sento no corrimão da escada da entrada do mercadinho quando grito me alerta: -Você não acha melhor subirmos para o telhado? 
Eu respondo: -As pessoas daqui podem até ser um pouco estranhas, mais até do que os moradores de Canterlot City, mas não exagera né. 
Em seguida eu pego meu celular e verifico se houveram algum sinal de aviso do CMC ou de outras pessoas, porém apenas vejo algumas notificações com notícias e o meu aplicativo de clima que notificou o estado do clima do local. 
Eu pego o chocolate da sacola e chamo Grito para alimentá-la e divido o doce com ela 
Eu vejo o estado do clima que meu celular informou, o Aplicativo estava mostrava que iria chover daqui há três horas, comento com Grito: - Vamos agilizar as compras e dar uma volta rápida pela cidade, não quero me molhar nesta chuva. 
Grito: - Como é?? Só rindo, você que nos coloca em cada enrascada, em rio sujo, deserto de areia, lamaçal, e até banho de sangue, está com medinho de uma chuvinha? 
Respondo: -Você sabe como é difícil tomar banho quando a sua pele é uma mescla de partes humanas e de répteis, no caso eu tenho escamas por boa parte do meu corpo e tem uma maior concentração delas nas costas, incluindo com uma pequena trilha de pequenas placas ósseas nas costas, sabe como é horrível ter que tirar toda poeira do deserto e de lugares distintos que ficam presos entre as escamas? Então, há uma diferença entre ter que se submeter a estas condições e poder evitar. Agora podemos evitar, então, vamos adiantar o que pudermos e vamos nos proteger da chuva. OK?? 
Grito concorda, mesmo que ainda reclamando, eu desço do corrimão e sigo caminho de volta para casa de Alex 
Quando chegamos, ouvimos um trovão, a chuva começar a cair. 
Grito comenta: - Este aplicativo do tempo é tão preciso quanto uma ampulheta furada. 
Começo a rir, e comento: - Realmente, a chuva caiu, quase duas horas antes do que estava previsto. Ainda bem que não ficamos de bobeira na cidade. 
Grito: - Tá, e agora, o que a gente faz? 
Respondo: - Será que a Alex tem algum mapa da região? Podemos planejar nossa próxima expedição. 
Grito: - Deixa eu ver: Já exploramos um deserto e quase morremos, já exploramos uma floresta e quase morremos. Falta uma ilha, o mar, uma grande cidade, ver um vulcão, escalar uma montanha e ir em uma geleira. Uma coisa é certa, tenho certeza que, em todas passaremos por momentos de quase morte, porque você sempre arruma encrenca. 
Eu respondo: -Falou a criatura que, em linhas do tempo diferentes tem um desejo de matança ou simplesmente matou a sangue frio os hospedeiros dos irmãos. 
Grito: - Tá...então vamos ver esta questão do mapa. Vai lá e pergunta para Alex. 
Andamos por toda a casa até achar o quarto de Alex. Chegamos em frente, a porta que estava fechada. Batemos e não tivemos resposta. Abri lentamente a porta e perguntei: -Alex você tá por ai?   
Ela estava dormindo sentada em sua mesa, nela tinha um laptop e alguns papeis e cadernos, ela estava segurando um livro. Comento com Grito em voz baixa para não a acordar: -Acho que ela deve ter terminado mais cedo, então não vamos acordá-la. 
Grito me questiona: -Mas e o mapa? 
Eu respondo saindo do quarto: -Eu vi uma estante de livros na sala, podemos pegar uns dois ou três que sejam relevantes para o que precisamos e talvez anotar, ou no seu caso, memorizar já que meu irmão e incluindo os seus dizem que tem uma boa memória. 
Seguimos para a sala, lá fomos até a estante e pegamos um livro sobre ruinas antigas, arquipélagos distantes e ambientalismo. 
Eu segui até a mesa e me sentei e começamos a ler o primeiro livro sobre ruinas antigas. 
Lemos até metade do livro fizemos algumas anotações. Grito comenta – Por que está fazendo anotações? Eu já memorizei tudo.  
Eu respondo: - Digamos que, isto é um backup. 
Nós passamos horas anotando informações dos livros que possam nos ajudar e servir de pesquisas futuras.  
Terminando de ler e anotar o último livro ouvimos passos vindo da escada era Alex que tinha acordado faz um tempo ela questionou: -Qual a ideia com os livros? 
Eu respondo: -Já que não conseguimos um mapa para triangular locais para expedições e pesquisas copiamos algumas informações que possam nos ajudar nos livros da sua estante 
Ela respondeu: -Eu tenho alguns mapas não sei se vão servir para vocês. 
Vemos subir para o quarto. 
Grito comenta: -Você não acha um exagero com as informações que nós temos de pesquisas de livros fora minha memória dos meus antepassados e o que já fizemos até agora você não tá satisfeita? 
Eu respondo: -sim, mas o mapa será mais útil para sabermos as localizações dos locais e não vamos ser mal-agradecidas com o esforço da menina né. 
Alex volta com alguns mapas. 
Eu comento: -Vamos levar os mapas para a mesa para começarmos triangular nossos objetivos. 
Passamos horas vendo vários locais e triangulando rotas de ida e volta, e um desses locais era a então chamada Ilha da caveira, Alex me disse que era um local cheio de monstros que poderiam te devorar a qualquer momento. Respondi que passamos o mesmo problema quando meu time viaja para a terra oca, ou quando Godzilla defende a terra de ameaças ou outros monstros querendo tomar o tilo de alfa dele. 
Alex também me disse que tinha estudado na escola cristal quando jovem por volta de alguns meses depois que a Twiligth tinha quase destruído a escola e o próprio universo por estar descontrolada com a mágica. 
Terminando de achar e traçar rotas de exploração guardamos os mapas e os outros materiais.
Alex falou: - Por que não tiram uma cópia? 
Respondo: - Não precisa, temos todas as anotações que precisamos, e Grito, tem estas e outras em sua memória. Vamos passar mais um ou dois dias por aqui, para preparar para nossa nova viagem.

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