Os Celestiais

No casarão, Talia e Kaida estão no escritório junto de Ethan, que estavam debatendo sobre o que deveriam fazer em relação ao quarto, que parece estar paralisado no tempo, fora de sincronia com o tempo cronológico normal. 
Kaida observa um quadro muito peculiar da sala onde estão e em seguida, ela questiona para Talia: -Nunca entendi sobre o que é esse quadro ou quem foi que pintou? 
Elas observam um quadro de um ser meio mecânico e biológico, que segura uma espécie de cetro feito de metal, com uma esfera transparente brilhando em dourado, com o sistema solar sendo criado. 
Talia responde: - Curioso não! Eu queria saber em que tipo de ideia ou estado emocional o pintor estava para fazer um quadro tão curioso e incomum. 
Ethan, que estava sentado na cadeira da sala responde: -Esse é um dos Celestiais, e essa que foi pintada foi a Solaria, um dos Celestiais primordiais, que montaram nosso sistema solar, junto de Nexsus e Verdantia e os outros celestiais. 
Kaida questiona: -Hummm curioso, eles são o que especificamente?
Ethan responde: -Eles podem ser robôs, criaturas orgânicas, seres com aparências complexas ou seres bio-organicos, feitos tanto de tecnologia quanto de tecido orgânico. 
Talia responde: -Então, o Pintor que fez a pintura da Solaria não está errado. 
Ethan refuta respondendo: -Sim, mas ninguém vê um Celestial a séculos, embora eles sim estejam vivos, mas cuidando de outros assuntos fora do universo ou da nossa galáxia pelo menos. 
Kaida Questiona: -Como sabe tanto desses caras? Sendo que, quem deve ter visto esses caras. Já viraram lenda em livros de história ou no mínimo é ancestral de um imortal. 
Ethan responde: -Olha Kaida, tem coisas que tenho que fazer para ocupar meu tempo em minha casa, além de ter que fazer a maior parte das tarefas domésticas e me interessei por mitos antigos, e como eles fizeram história. 
Talia questiona: - Certo, já podemos ir começando a investigar o quarto estranho que nunca checamos nessa casa? 
Os três saem da sala e seguem até o cômodo, eles tentam abrir a porta devagar quando a maçaneta começa a se mexer sozinha, eles ficam espantados com o ocorrido, em seguida respiram fundo, se a calmam e novamente tentam abrir a porta. Eles vêm um quarto como se fosse de uma criança, mas o quarto está em um tipo de paralisia espaço temporal complexa, veem no cômodo uma foto em família, uma cama muito desgastada, o armário entrando em decomposição e alguns cantos aparentam estar bem sujos ou com mofo. 
Eles analisam mais alguns cantos do quarto, quando ouvem som, como uma voz cansada sussurrando: -Haâããmm... 
A foto e alguns outros objetos começam a flutuar e girar, enquanto um vento forte e horripilante sopra nos jovens 
Os três ficam impressionados e espantados com todo o caos acontecendo, quando Kaida questiona: -Devemos chamar um caça fantasma? 
Talia responde: -Nem eu sei o que fazer em uma situação tão incomum como essa, mesmo para os padrões dos moradores da cidade que são tão diversos. 
Ethan comenta: -Acho que devemos analisar o fato do ser que assombra o lugar e depois questioná-lo sobre o porquê assombra o local e tentamos negociar. 
Talia: -Mas e se ele não negociar? E sei lá matar a gente. 
Ethan responde: -Ai, só nos resta ajoelhar e pedir clemencia para que ele só suma e volte só daqui há uns mil e poucos anos. 
O abajur se quebra e dois cacos levitam e começam a escrever em forma de rasgos na parede: “Há trinta anos um casal morava aqui, porém sua filha mais nova foi abandonada e nunca foram buscá-la e esse armário foi seu tumulo” 
Os três ficam espantados com tal acontecimento e Ethan comenta: -Acho melhor deixar ela repensar um pouco sobre como ela vai se recompor no mundo físico e se ela está confortável com a situação de três jovens, aparentemente invadindo a casa onde morava.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Minhas Historias

  Confira minhas historias e como esse universo foi construído