O Deserto

Saindo do vilarejo, entramos no deserto, de cara uma grande duna. Subo devagar, para não cansar na primeira dificuldade. No topo da duna, pude perceber que o deserto não era tão grande quanto esperava. À esquerda após uma grande planície de areia, erguia um paredão de pedra, parecia algo criado por alguém. À direita algumas dunas, pequenas e médias e ao longe pude ver algumas árvores. À frente, uma planície seguia longe até o que no fim parecia um lago ou um mar. 
Estimei as distâncias. Para frente uns 50 quilômetros, para direita uns 30 quilômetros e para esquerda uns 20 quilômetros. 
Resolvo seguir para esquerda para ver o que seria o enorme paredão. 
No caminho até o paredão vejo alguns Apceros pastando nos pequenos arbustos secos do deserto, eles nos veem, e saem correndo se afastando de nós. Ficamos atentos a outros seres, que podem ser perigosos. 
Vemos insetos, pequenos lagartos e algumas cobras. 
De repente percebemos uma movimentação atípica dos animais, eles vêm em nossa direção, mas passam batido por nós, Grito aparece e fala: - Estes animais se assustaram com alguma coisa, vamos ficar alerta. 
Vimos a areia, começar a girar, formando um pequeno tornado vindo em nossa direção. Procuramos algum lugar para nos protegermos, mas era só areia. Grito então fala: -Vou assumir. 
Grito assume o controle e segue em direção ao paredão, usando sua agilidade e reflexos apurados conseguimos desviar de algumas pedras arremessadas pelo tornado, finco o as garras na areia, tentando não ser jogada para longe ou ser arrastada pelo tornado. 
Enfim, ele passou, estamos cobertas de areia presas da cintura para baixo. 
Tento nos tirar da areia, mas não consigo, estico meus brações finco minhas garras na areia e puxo para tentar nos desprender, sem sucesso. 
 Eu falo para Grito: -Você sente frio? 
Grito: -Não entendi. 
Eu respondo- Tive uma idéia. Quando sinto frio, meu corpo treme. Estique novamente seus braços e finque suas garras na areia, mas antes de puxar tente tremer seu corpo o máximo que puder, ao mesmo tempo que vai puxando. 
Grito:- Bora lá, segura ai, que vai ser um terremoto. 
Grito lança as extinções e tentáculos de seu cabelo para nos puxar, finca as garras na areia, e começa a tremer seu corpo, o barulho é ensurdecedor, tudo ao retor treme, e começamos a sair da areia. Em poucos segundos estamos livres. 
Grito chama por May, mas ela não responde, percebe que ela desmaiou e vai andando a procura de um lugar seguro, vê uma sobra perto do paredão e se dirige para lá, o paredão está a alguns quilômetros de distância. 
Ao chegar na sombra, Grito tenta fazer May acordar ativando funções cerebrais de seu corpo. 
Abro meus olhos e pergunto: -O que aconteceu? 
Grito: -Você desmaiou. 
Comento: -Lembro que tudo começou a tremer junto de um som muito grave e tudo se apagou. 
Grito: -Sua ideia deu certo, saímos da areia, agora estamos embaixo do paredão. 
Eu me sento e observo o paredão e vejo várias escrituras e desenhos. Pergunto para Grito: - Você conhece estas escritas e desenhos? 
Grito: - Não. E não se parece com nada que eu tenha visto. 
Eu tento ler os glifos e desenhos me usando de alguns de meus conhecimentos de desenhos e glifos antigos 
Grito me pergunta: - E ai o que está escrito nessa coisa? 
Respondo: - Por enquanto não consegui ver nada conhecido. 
Vamos seguir este paredão até onde e vai dar. 
Caminhamos algumas horas mapeando as escrituras e desenhos, tentando estabelecer algum entendimento desta língua. 
Observamos um vulto perto do que acredito ser o fim do paredão. 
Paramos e ficamos observando o vulto, para tentar identificar do que seria. Pensamos que poderia ser algo que poderia nos atacar. Por horas o vulto se mexeu pouco para um lado e para o outro, tinha a forma de um tubarão enorme, quando menos esperávamos, o vulto se mexeu em nossa direção, eu comento: -Aquilo é um Dah'ren Mohran uma fera enorme semelhante a um tubarão gigante, ele nada pela areia buscando suas presas e outras criaturas que possam se alimentar. 
Grito me responde meio assustada: -É, e parece que somos a próxima refeição dele e acho melhor nos corrermos. 
Eu respondo: -Correr? Só vai nos cansar e levar mais um tempo para ele nos alcançar. 
Grito: -E qual sua sugestão? 
Eu: -Atacar. 
Grito: -Como? Não sabemos como ele vai chegar até nós. 
Eu: -Ele tem 2 opções: por baixo da areia, ou por cima. Se ele vier por cima, temos a vantagem de vermos ele nos atacar, se vier por baixo ele tem a vantagem. 
Grito: -Ok, quais nossas opções? 
Eu: -Ele não sabe o que somos, presume que somos uma presa fácil devido ao nosso tamanho, comparado ao dele. 
Grito: -Como sabe disto? 
Eu: -Ele está vindo bem devagar. 
Grito: - Eeeeee? 
Eu: -Vamos esperara ele agir. Se ele vier por cima, vire aquela bola de espinhos, se ele vier por baixo, use o truque de tremer a areia, como fez para nos retirar após a tempestade de areia. 
Aos poucos e bem devagar, vou afundando minhas pernas na areia, até a altura dos joelhos. 
O  Dah'ren Mohran se aproxima lentamente, fingimos que não o vemos, e continuamos a observar. Quando ele chega a uns 5 metros de nós, ele começa a se enterrar, eu falo: Prepare para tremer em 3, 2, 1, AGORAAAA. 
Grito começa a tremer nosso corpo, a areia vibra intensamente e o ruido grave se espalha no entorno. De repente vemos o Dah'ren Mohran saltar a uns 2 metros de nós, mas tombando a direita, ele cai na areia e fica imóvel. Estou tonta, quase desmaiei como na outra vez, mas consegui me manter acordada. 
Grito para de tremer e nos aproximamos do Dah'ren Mohran, ele está imóvel, mas ainda respira. 
Grito: -Que faremos? 
Eu: -Temos 2 opções, matá-lo ou irmos embora, se o deixarmos ele pode voltar e nos atacar, se o matarmos pode atrair outros monstros desconhecidos. Acho que a segunda opção é a melhor. Vamos embora. 
Seguimos andando pelo muro, até o fim enquanto tentávamos identificar os textos e desenhos. 
Eu olho um dos glifos e reconheço algumas das inscrições: -Dalamadur o monstro serpente gigante, ele reside nas Montanhas Celestiais, especificamente em Speartip Crag. 
Grito me questiona: -Tenho duas perguntas: Quem é Dalamadur? E porque conseguiu ler estes últimos glifos? 
Eu respondo: -É um enorme monstro serpente que mora nos confins montanhosos de alguma montanha do Velho Mundo. Porque acho que está na memória de  Arthurius. Estranho é que os primeiros glifos, não compreendi até agora. 
Grito me questiona: -Será que seu irmão matou o monstro e esculpiu esses glifos? ou foi algum morador daquele mundo, que ficou preso aqui, viu o paredão e esculpiu as informações da criatura antes de morrer? 
Eu respondo: -Iagino que as duas sejam prováveis. O guerreiro veio acidentalmente, porém perdeu a batalha, mas meu irmão a terminou.  
Eu comento: - Bom, pelo menos não temos que nos preocupar com esse bicho. 
Grito se projeta de meu corpo, dá uma olhada no local, volta e me questiona: -Sabe se aquele bicho voltou a nos seguir? 
Eu respondo: -Não sei, mas é bom ficarmos de olhos abertos e ouvidos bem atentos. 
Grito me complementa: -É, e ficar atentas com o movimento dos tremores da areia. 
O paredão acaba adentrando o mar, resolvemos seguir em diagonal, para cortar o centro do deserto e de lá, tomarmos a decisão do que fazer. 
Ao recomeçar a caminhada, vemos um pequeno oásis, resolvemos ir até lá para passar a noite. 
Perto do oásis vemos uma ossada de um Tigrex morto. Eu chego perto para analisar o estado dos ossos e como a criatura morreu; eu comento: -Marcas de garras e chifres, provavelmente um Diablos perfurou o pescoço dele e o estrangulou, fazendo ele perder o folego em meio uma batalha por território 
Grito questiona: -Você não vai pegar as partes mortas dessa coisa vai? 
Eu, prestes a agarrar parte do crânio do monstro, um par de suas garras dianteiras e um pedaço de sua costela enorme, para depois montar uma espada; respondo: -Vou, não vou perder uma oportunidade dessas e a demais o cara já tá morto mesmo, não vai se importar. 
Depois de recolher os ossos da criatura e deixá-lo em um canto perto do oásis, fomos beber um pouco de água. 
Eu me alongo e comento: -Beleza hora de fazer nossa arma, bom como não temos uma forja nem ferramentas apropriadas para criação da arma vamos ter que improvisar.  
Passamos quase um dia inteiro fazendo uma espada e um escudo com os restos do crânio do monstro, o mais difícil foi fazer a lâmina da espada e o mais chato foi tentar achar pedras e madeira para fazer o cabo. Grito me ajudou a fazer os buracos na parte de cima e de baixo da lâmina para colocar as garras e os dentes, enquanto parte de uma costela quebrada serviu de alça para o escudo que montamos usando a mandíbula inferior do monstro. 
Depois de criarmos as armas, tentamos montar uma cabana improvisada usando areia sílica pouco húmida, tocos de arvore e algumas folhas de palmeiras. Em seguida peguei um pedaço de um dos troncos, cortei e transformei em um cabo, quebrei uma pedra e peguei parte dela, alguns ossos não usados na montagem da espada para fazer algo para poder ajudar na colheita de frutas. 
Fui procurar no oásis, frutas como: coco, tâmara, laranjas, tangerinas e outros frutos comuns em desertos. Consegui colher alguma coisa, suficiente para passarmos uns 3 dias. 
A noite começa a chegar, acendemos uma fogueira, comemos algumas frutas, e entramos no abrigo para dormir. 
Grito reclama para mim: -Eu não gosto muito de frutas. Não tem um Crebro ou corpos de outras criaturas para saciar minha fome? 
Eu olho para o horizonte e vejo bem longe, em relance o Dah'ren Mohran e ouço brevemente seu rugido a distância e respondo: -Se torcermos, esse bicho vem atras da gente e vou deixar você devorar ele todo, mas quero que você deixe a carcaça dele para eu usar suas escamas e couraça como armadura para nos proteger, porque acho que nem sempre você vai estar pronta ou em um estado descente para me defender. 
No dia seguinte nos recolhemos algumas frutas, pegamos a espada e o escudo e fomos procurar o Dah'ren Mohran e eu comento: -Temos que ser atentas com o chão e ficar de olho nas dunas que se movimentam e prestar atenção nos sons do ambiente, ele pode estar em qualquer lugar. 
Quando menos esperamos sentimos o chão tremer levemente, avistamos de longe o Dah'ren Mohran vindo em nossa direção a criatura vinha freneticamente atras de nós, a besta tentou nos atacar, mas conseguimos desviar. Preparei meu escudo e espada e sinalizei para grito ficar atenta dos ataques da criatura. 
Corremos na direção da criatura, eu pulo e seguro em sua barbatana da cabeça, usando toda minha força e em seguida tento golpear a criatura com as mãos, porém não consegui o ferir, daí tentei cravar meus dentes afiados na barbatana, consegui feri-lo de certa forma, mas não foi muito eficaz. 
Eu questiono para grito: -Você tem um pouco de folego ou energia para retardar esse bicho? 
Grito me responde: -Talvez, mas terei que me concentrar. 
Eu solto a barbatana do  Dah'ren Mohran e comento: -Grito, tente cravar seus tentáculos na parte de cima dele isso vai facilitar nossa locomoção em cima dele. 
Em seguida Grito lança um grupo de tentáculos nas costas do Dah'ren Mohran em seguida Grito nos puxa para o local onde os tentáculos foram presos e eu seguro bem firme na pele da criatura; com minhas garras dos pés e tentando me manter equilibrada em cima da criatura me apoiando em alguns cantos de sua couraça. 
Grito se transforma, porém mantendo meu rosto amostra em seguida e intensifica os espinhos dos tentáculos que está se segurando e em seguida grito recolhe meu rosto respira fundo e solta um grito muito alto e em seguida Grito intensifica a potência sônica de seu grito. 
O som do sonar de Grito faz um pouco de areia e poeira se levantar com uma ventania, o rugido atordoa Dah’ren Mohran o desmaiando temporariamente em seguida eu comento: -Grito rápido tente finalizar ele antes que ele acorde, em seguida grito desliga os nervos cerebrais da besta a paralisando em Seguida grito segue até a boca e entra dentro da boca da criatura e perfurando o céu de sua boca para abrir caminho até seu cérebro. 
Dentro do crânio da criatura Grito devora vorazmente o cérebro da criatura em seguida Grito desce de volta para perto da boca e entrando dentro do interior para continuar se alimentando eu comento: -Ei tenta pegar uns pedaços da carne dele para mim preciso de proteína também, eu tô andando a quilômetros e só comendo frutas e bebendo água. 
Depois de fazermos a limpa nos sistemas internos do Dah’ren Mohran nos saímos e olhamos um pouco para fora estando no pôr do sol e resolvemos acampar no interior da criatura. 
No dia seguinte nos saímos da boca da criatura comigo reclamando: -Credo, meu irmão já passou por coisa pior, mas isso é terrível. 
Eu me limpo da saliva da criatura e sigo até o corpo da besta, começo a arrancar a couraça da criatura para melhorar minhas armas e fazer uma armadura para mim. 
Eu limpei a carne da couraça, deixando apenas o couro, uso um pedaço grande do estômago da criatura como uma bolça para guardar o que recolhi e pedi para grito guardar minhas frutas e outras coisas menores em seu interior vazio.  
Comento com Grito, antes de seguirmos em nossa expedição: -Você quer pegar alguma das partes dele para se aprimorar? Eu vi nas visões das memorias dos seus antepassados, que outros guerreiros pegavam partes de outros mortos e absorviam a característica dessa parte do corpo. 
Grito olha para a dentição da besta e me responde: -Acho que esses dentes afiados fariam um belo par de garras e nos ajudaria a escapar de muitas encrencas. 
Arrancamos os dentes da criatura, guardamos e seguimos nossa viajem. 
Durante nossa caminhada eu reclamo murmurando, um pouco ofegante por conta do calor infernal do deserto: -Acho... que devemos fazer uma pausa. 
De repente ouvimos passos fortes na areia, vemos um Barroth vindo a toda a velocidade, parecendo um trem desgovernado, sem um motorista confiável vindo em nossa direção. Eu corro para desviar da besta e Grito me questiona: -Outra criatura do velho mundo? 
Eu aceno com a cabeça, afirmando. Em seguida Grito me pergunta: -Ok esse parece ser fácil, mas qual sua ideia? 
Eu: -Acho que ele vai dar uma boa montaria, mas vou precisar que você o incremente. Aproveita e come as suas entranhas. 
Eu penso e analiso muitas maneiras de determos e nocautearmos a criatura. Em seguida eu vejo que o Barroth prendeu sua couraça protuberante de sua cabeça no chão de areia, em seguida tento atrair a atenção dele para uma parede de pedras próxima, para o prender. 
Depois de atrairmos ele até as pedras, vemos uma abertura que podemos passar para desviar da criatura. Eu entro na passagem, pego minha lâmina e furo com força o olho da criatura, deixando-cega de um olho. Em seguida Grito usa seu grito sônico para espantá-lo, em seguida eu seguro sua calda e tento subir para suas costas, golpeio a criatura com força e ela desmaia. Eu apoio minhas mãos nas costas da criatura e comento com Grito: -Agora, quando você quiser, mas seja rapida não sei quanto tempo essa coisa vai ficar assim. 
Grito rasteja dos meus braços até o corpo do Barroth se juntando ao corpo da criatura. 
Assim que termina de se juntar ao corpo da criatura, ela fica num tom amarelo com rastros de listras vermelhas e pretas nas pernas, em parte da calda sua protuberância fica afiada e com alguns espinhos sua couraça, ela fica rígida e mais resistente e seus dentes ficam afiados. Grito regenera o olho da criatura e as escamas de sua calda ficam afiadas. 
Grito ruge imitando a besta, em seguida voltamos para pegar nossos suprimentos e armas e cavalgamos para nossa próxima parada. 
Durante o caminho resolvemos puxar um papo: 
Grito: -É meio estranho estar nesse tamanho, isso é novo pra mim, a sensação é incrível, mas estou mais acostumada com você, ou no caso de você não ter um vínculo tão forte comigo, outras pessoas. 
Eu: -Sério? Bom com o decorrer da nossa jornada vamos treinar essa sua habilidade em hospedar corpos grandes. E só por questão de escala de tamanho e experiência seus irmãos já conseguiram se juntar a um To’Kustar que tem o triplo do tamanho do Barroth, mas vamos devagar. 
Durante nosso percurso observamos a paisagem e a admiramos planícies de dunas cheia de cactos de vários tipos, alguns tinham até flores, avistamos mais animais e monstros pacíficos que foram transportados por acidente pelo rasgo dimensional entre os mundos. 
Percebemos que aos poucos a paisagem vai mudando, aparecem alguns animais que transitam entre a tundra e o deserto, Comento: - Grito, acho que seguindo nesta direção, acaharemos uma floresta. 
Grito responde: - Como você sabe disto? 
Respondo: - Percebe que está havendo mais rocas no com chão ao invés de areia? A temperatura começa a ficar mais amena e temos alguns arbustos. Vamos seguir nesta direção e logo chegaremos na floresta. 
Até chegarmos na fronteira do deserto, que dava para uma floresta, paramos e Grito deixa o corpo do Barroth, se desvinculando e se ligando de volta a mim. Eu questiono em seguida: -Tudo bem? Você está cansada ou algo parecido? Esse bicho deve ter gastado sua energia. 
Grito responde enquanto vai se ligando aos poucos a mim: -Não. Eu comi os órgãos dele e deixei a carcaça pra você dissecar e usar a pele e o resto das partes do corpo pra fazer armas e roupas, se quiser, e eu dei uma analisada nas habilidades naturais da criatura pra eu me utilizar do que aprendi. 
Eu reclamo afirmando: -Eu já acho ótimo nós termos saído daquela droga de deserto, eu já estava com a boca seca e acho muito melhor, pois tem arvores para nós nos pendurarmos e locomover. 
Eu pego uma escama do Barroth, um dente do Tigrex e uma pedra que estava no chão, absorvo as características das criaturas e mesclo com uma armadura de pedra. Vou até a carcaça da criatura e moldo minha mão para um facão afiado e peço para Grito incrementar o facão. Em seguida ele fica com as cores da pele gosmenta de Grito e ficando com partes similares ao do simbionte como alguns dentes e tentáculos. 
Em seguida nos arrancamos uma parte das escamas e pele da criatura retiramos sua armadura craniana e guardamos dendro da nossa bolça e em seguida eu comento: -Primeira coisa que faremos com a pele desse bicho é uma bolça melhor porque usar o estomago de uma criatura não ajuda muito além de ficar fedendo o caminho todo.
Grito me responde: -Não quero nem imaginar como esta as suas roupas que estão guardas lá.

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