Nas Ruínas

Em algum lugar, em alguma ruína perdida nos confins de algum canto do mundo, May estava explorando as catacumbas de uma ruína Maia. 
Ela estava usando um traje de exploradora: colete azul, sapatos de esporte, capacete feito de ossada e parte das escamas de um Goremagala, e com as mãos enfaixadas para não dar câimbras nos pulsos.  
May estava anotando algumas informações de escritas, que estavam em algumas relíquias e tabuas de pedra que contavam um pouco do contato dos Nucleares Sapiens com os antigos Maias, até que suas anotações são interrompidas por Grito que comenta: -Eu tenho uma breve impressão de que deveríamos estar na cidade. 
May confusa com o comentário de sua simbionte responde: -Por quê? Seus irmãos mandaram um sinal telepático, bem quando nossa caçada por artefatos antigos estava ficando boa. 
Grito responde: -Olha, eu sei que a Alexandra chamou a gente para brincar de Indiana Jones e os caçadores dos mitos antigos, mas tu tem que assumir sua e a minha responsabilidade de ser a prefeita e a diretora da escola da cidade, então, pode por favor deixar tua namorada brincando enquanto nós damos um chá de sumiço. 
May respira fundo e comenta: -Ai Alexandra eu vou sair 
Alexandra responde: -Tudo Bem, mas tem que ser agora que a coisa tava ficando boa. 
May decepcionada em ter que deixar sua parceira para traz responde: -Pois é mas tenho muitas responsabilidades com uma ilha de grande poder destrutivo. 
Alexandra questiona: -Tipo que por exemplo não vejo por que tanta preocupação 
May respira fundo e responde tentando mostrar vários argumentos com relação a ilha e a cidade em si: -Alexandra tenho que repetir que é uma ilha viva. 
Antes de Alexandra começar seus argumentos May a interrompe: -Seguinte, pra sua informação aquela ilha tem Nanites  em sua composição, fora que ela era um monstro. O nome dele era Alpha, um ser feito de Nanites construido por um cientista de outro universo, com o intuito de tentar ajudar a humanidade. O único problema é que um grande desastre aconteceu e um dos projetos desse cientista eram Nanites capazes de controlar toda a vida como um deus, ou um ser com um poder inimaginável. E bom, o Alpha foi derrotado e revertido a seu estado, a um estado inofensivo e após meses de pesquisa e experimentos, a ilha foi criada. Agora você entende toda minha responsabilidade? 
Alexandra responde: -Sim eu entendo. 
May responde tentando animar a exploradora: -Mas você pode se mudar para a cidade futuramente. 
May sai das ruinas para um local aberto, em cima de uma das pirâmides Maia, em uma floresta de uma pequena cidade antiga abandonada. 
Grito se transforma e cria um par de asas, porém May questiona: -Você não me disse que ainda estava treinando o seu voo? 
Grito responde: -De tanto que estamos de um lado para o outro, indo em explorações pra anotarmos mais pesquisas de civilizações antigas que já tiveram contato com aliens, que de vez em quando você desmaiava de cansaço eu assumia seu corpo e me transformava e usava minhas asas. 
Grito dá um impulso com seus cabelos tentaculosos e, após o impulso antes de começar a cair, grito dá um leve impulso com as asas para pegar equilíbrio, em seguida Grito voa até a cidade. 
Durante o voo, hospedeira e simbionte trocam uma ideia: 
May um pouco receosa com toda a responsabilidade de ser prefeita e diretora da escola da nova cidade, em meio a seus pensamentos resmunga: -Eu nem imagino as atrocidades que poderão vir durante os meses nessa cidade e quem vai ter que lidar com as consequências. 
Grito ouve as reclamações da jovem e tenta consolá-la: -Olha garota eu vi todas as memorias dos antepassados e como em alguns universos eles tiveram que arcar com as consequências de seu criador, ou de serem criados por um ser tão execrável e horrível e desumano quanto ele. 
May sorri e responde: -Eu sei como é, acho que não tenho muito com o que me preocupar. 
Grito chega perto de onde se localiza a ponte, Grito aterriza e May vai a pé até o local, porém antes de seguir o caminho, ela chega em um beco próximo, alonga as pernas, estala as costas, estala o pescoço e volta a sua caminhada até o local. 
Chegando na ponte, ela vê seu irmão, as Raibooms e o seu time, os Thunderbolts. Em seguida ela questiona: -E ai galera, qual é a boa? 
Quando são interrompidos por uma voz familiar Dizendo: -A boa é que depois de meses e semanas consertando essa coisa, nós finalmente vamos fazer um belo estrago e ainda vamos dar um jeito de roubar tecnologia alienígena e de bônus torcer para achar algum artefato para conseguirmos voltar para equestria de alguma maneira. 
O grupo todo se vira e fica incrédulos com as Dazzlings no local e Arthurios questiona: -Ô criança cê não desiste nunca, não ou no mínimo não tem folga não? 
Adagio responde: -Não nós não temos folga. 
Sonata inconvenientemente responde: -Na verdade, nós só viemos destruir sua ponte com todo nosso equipamento que nós trouxemos. 
Aria com muita raiva de sua irmã responde Sonata: -Você é muito inconveniente e não sabe guardar nada, não era para eles saberem o que viemos fazer aqui e com o que iriam lidar. 
Com sua ideia frustrada de guardar o segredo de sua arma secreta para um clímax mais vilanesco, Adagio responde: -Já que o segredo foi estragado, aqui está nossa arma. 
Adagio aperta um botão que ativa a arma, saindo do lado da ponte o robô Meca Jat Jaguar. 
Adadio responde: -Nós demoramos meses pra consertar e dias para arranjar mais peças e anos para acharmos alguém que pudesse montar e aprimorar nosso robô gigante. 

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