Casa da Kaida
Kaida e sua mãe estão vendo o jornal na televisão:
“Relatos que um meteorito caiu perto das redondezas da floresta Keenwood, próximo ao camping. Equipes especializadas do governo estão a caminho.”
Kaida fica curiosa com toda a reportagem e comenta: - Interessante o que será que esse meteorito contém de tão especial para o governo querer investigar?
Mãe de Kaida: - Não sei filha, já ouvi de tudo, desde apenas uma pedra caiu do espaço, com riquezas minerais até o mais absurdo, como relatos antigos com alienígenas outros seres incomuns tendo filhos com humanos e outras espécies parecidas.
Kaida responde: -Bom, um desses relatos ou histórias eu tenho uma espécie de prova e ou comprovação, acho que seria interessante eu e meus amigos investigarmos e tirar umas fotos do tal objeto e se valer a pena, se conseguimos dinheiro no jornal local ou algo assim
Um tempo depois já reunidos na floresta os três estão caminhando até o local da queda do meteorito:
Ethan: -Sério mesmo que isso é real?
Talia: -Não é nem uma pegadinha ou o jornal querendo vitimizar algo banal pra puxar audiência e ganhar dinheiro em cima do problema que eles causam?
Kaida: -Não. É de verdade mesmo, eles mostraram até imagens e gravação e imagens do meteorito caindo no céu e tudo mais
Eles chegam no local onde está o meteorito, Talia e Ethan tiram algumas fotos da rocha, em seguida Kaida resolve se aproximar do objeto em questão. Algo parecido com uma fumaça pula do meteorito em sua direção, ela dá um passo atrás, mas não adianta, a fumaça recobre seu braço, então a fumaça começa a se transformar numa manopla, constituindo no braço esquerdo. A manopla era a estrutura com inscrições alienígenas e circuitos biotecnológicos, encaixes das articulações mais mecânicas.
E a manopla se adapta para o tamanho da mão de Kaida, ela se assusta e cai sentada. Em seguida começa a observar o formato do aparelho e todos os seus mecanismos e funções.
Talia questiona: -Tudo bem aí em baixo?
Kaida se impulsiona fazendo uma ventania forte, Talia e Ethan observam a manopla e perguntam: -Como essa coisa...
Kaida responde, antes de terminarem a pergunta: -Estava dentro do meteorito e surgiu no meu braço.
Ethan questiona: -E você sabe ou descobriu como ele funciona?
Kaida responde: -Nem sei que é isto, lá vou saber como funciona. Mas vamos ver o que é, pra que serve e como funciona. Podemos ficar em outro local, um local onde um bando de homens bem-vestidos e usando óculos escuros podem nos flagrar brincando com um possível aparelho alienígena.
Os três adam até uma arvore próxima.
Ethan: -Tem algum botão nesse trem?
Kaida: -Não sei ainda estou descobrindo.
Kaida analisa novamente a manopla e observa cada detalhe mínimo. Ela vê uma engrenagem em forma de anel, com um núcleo azul escuro. Em seguida ela gira em sentido horário e um holograma de uma armadura com um outro pequeno holograma de DNA mostrando alguns nomes como: Nuclear Sapien, Pyronita, Petrosapien.
Ela seleciona o holograma Pyronita, esta ação ativa alguma função e uma armadura feita de rochas magmáticas cobre seu corpo.
Kaida fica impressionada que o aparelho adaptou a armadura para seu corpo de serpente meio humano. A armadura tinha rochas vermelhas e o capacete parecia estar em combustão, a chama do capacete brilhava intensamente e na lateral do peito da armadura ficava um botão. Ela gira a engrenagem em sentido ante horário então desativa a armadura.
Após desativar a armadura a manopla volta ao normal.
Kaida comenta um pouco incrédula: -E agora, o que eu faço? Como vou explicar a coisa da manopla pra eles, ela não sai do meu braço. E pior meus pais me matam se eu aparecer como um guerreiro medieval.
Eles observam que tem um botão com formato hexagonal na parte do encaixe do braço, Kaida pressiona o botão e abre um menu de opções: Retirar manopla, camuflagem e recalibrar.
Kaida seleciona a opção de camuflagem e outras opções aparecem: bracelete, relógio de pulso, pulseira e anéis.
Kaida comenta: -Quero uma forma meio discreta, para meus pais não suspeitarem que estou com um artefato vindo de estrangeiros com fixação em arte medieval.
Ela seleciona a pulseira. Ao selecionar, o aparelho se transforma, usando nano tecnologia, se remodelando em um formato discreto de uma pequena pulseira, com uma pedra azul escuro se destacando.
Kaida observa. Ela pressiona a pedra e a manopla surge em seu braço. Ela comenta: - maneiro.
Novamente abre a seleção de opções e comenta: -Será que consigo conectar a função de camuflagem com a função de retirar a manopla.
Ela revisa as opções e acha também o modo de inteligência artificial do aparelho com a voz falando: -Olá novo usuário, eu sou Zumath como posso ajudá-lo?
Kaida começa a fazer perguntas como: -O que você é, de onde veio, para que serve, Por que grudou no meu braço e se posso te tirar do meu braço.
Zumath responde: -Sou um aparelho de proteção e auxílio de espécies, sou de um planeta distante e fui designado para outro canto da galáxia, porém por um erro de rota de minha capsula cai em seu planeta, a função de se conectar a um hospedeiro próximo já é ativada automaticamente, e sim tem uma função onde o usuário pode retirar a manopla, mas só está ativa, após realizar todo reconhecimento do usuário. Quer fazer o processo?
Kaida faz todo o reconhecimento do usuário e a função aparece.
Kaida não ativa e função, apenas a camufla em um bracelete então, segue até o casarão abandonado.
Os três estão sentados no sofá com Kaida, observando a manopla em sua mão e ela comenta: -Pelo menos com a camuflagem eu posso mentir e falar pros meus pais que eu fui com você (aponta para Talia) ao shopping ou que fomos comprar bijuterias e compramos este acessório.
Zumath logo comenta: -E também já sincronizei a função de camuflagem com a função de retirar a manopla.
Talia comenta: -certo, agora precisamos saber é, como lidar com nossa hospede morta viva lá no quartinho dela, apesar de ela ter feito a maior confusão lá dendro.
Ethan responde: -Precisamos é de um jeito de conseguirmos nos comunicar com ela, pois até agora o que temos foi um sussurro agonizante e a gente ter sido quase acertado por uma foto e um abajur de criança.
Kaida: -Mas como vamos falar com ela se nem sabemos o nome dela sabichão?
Zumath responde: -Eu sei como resolver, tenho um banco de dados diverso e aposto que consigo ajudar vocês com seu caso paranormal mal resolvido.
Talia questiona: -Como tu vai fazer isso lata velha?
Zumath: -Em primeiro lugar, não sou uma lata velha. Me levem até o local.
Eles vão até o quarto e seguem até a escrita na parede, Kaida retira a camuflagem da manopla e toca na parede: -Certo amigo faz sua magica.
Zumath responde: - Não sou mágico.
Talia comenta: - Essa coisa vai ficar rebatendo nossas piadas?
Zumath responde: -Haaaaa, foi uma piada? Hahaha.
Zumath analisa a escrita e lê a assinatura espectral do ambiente, eles voltam para a sala de reuniões e começam a analisar as informações que conseguiram.
Zumath termina de analisar as informações e responde: -O nome dela é Sara, ela tem treze anos e infelizmente ficou presa nesse armário do quarto dela e ela infelizmente faleceu.
Talia responde: -Ok, já temos a informação de quem estamos lidando, agora precisamos ir falar com ela.
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