Scootaloo e Sweetie Belle estão lendo um dos quadrinhos da coleção de Arthurios, enquanto ele e Apple Bloom estão assistindo Ultimate Homem Aranha.
“Anti-venom ri enquanto quebra a parede de um prédio: -Haha
Agente Venom: -Ai essa não, NÃO!
Anti-Venom pousa grita: -PURIFIAR A DOENÇA, PURIFICAR TODOS!”
Scootaloo pergunta: -As versões de adaptações do personagem são idênticas?
Arthurios desliga a televisão e fala: -Bom ambas as versões dos quadrinhos, e o nosso Anti-Venom tem sua origem bem diferente.
Apple Bloom reclama: -Ei tava na melhor parte.
Arthurios: -Desculpa, mas como devo relembrar que estou contando a história de meus irmãos alienígenas e seu surgimento, e também a gente consegue rever esse episódio na internet.
Ainti-venom projeta sua cabeça para começarem a história.
Arthurios: -Bom quando eu criei o Anti-Venom estávamos ajudando algumas pessoas de alguns bandidos e eu percebi que algumas vezes, o Venom ficava mais violento, mas o Carnificina ficava descontrolado e as vezes, quase atacava os inocentes. Para resolver esse problema em um dos meus experimentos eu peguei uma parte do simbionte do Venom.
Venom argumenta: -Isso me incomodava e foi feito umas quatro vezes!
Arthurios: -Mas você se regenerava. Continuando... Eu juntei com alguns glóbulos brancos alterados geneticamente para que ajudasse com esse problema e não os matassem, que ao contrário dos quadrinhos, onde na minha opinião é um troço que faz um pouco de sentido, mas acho que a origem dele deveria ser mais ligada a experimentos e não ao poder de um vilão.
Ainti-Venom: -E como os meus irmãos, eu me liguei a ele, a Venom e Carnificina. Já me explicaram tudo, mas tinha um porém: eu não era igual aos outros dois simbiontes que vieram ates de mim, eu era bem diferente.
Arthurios: -Em um momento quando estava explicando sobre como ele deveria agir e que tipo de coisas ele enfrentaria, nós vimos alguém ferido em um acidente e fomo ajudar. Primeiro tiramos os escombros e objetos que estavam atrapalhando, assim que tiramos os destroços perguntei para o Anti-Venom: Já que você recebeu glóbulos brancos modificados acho que você consegue curá-la ou diminuir a dor dela?
Anti-venom: -Ai eu respondi: posso tentar. Tentei limpar o maximo de impurezas e outros tipos de problemas organismo dessa inocente.
Arthurios: -Bom aí o Anti-Venom tentou curá-la, e basicamente por conta dos glóbulos brancos, ele conseguiu o poder de curar qualquer tipo de doença existente.
Scootaloo interrompe e pergunta: -Como?
Arthurios responde: -Por exemplo o câncer ou gripe, mas continuando... Ele curou a pessoa e levamos ela para um lugar seguro, fomos procurar mais inocentes e limpar os escombros e destroços da rua.
Arthurios: -Bom e esse é o começo da história do Anti-Venom. Agora vou contar um dos dias que nós tivemos que enfrentar alguns inimigos e não só ajudar e curar pessoas. Estávamos enfrentando alguns DNAliens que estavam servindo a um bandido.
Sweetie Belle levanta a sua mão e antes de falar Arthurios a responde: -Não eles não eram os Atazianos.
Apple Bloom pergunta: -Um o que?
Arthurios responde Apple Bloom: -Também conhecidos como soberanos. Bem... estávamos os observando, pois tínhamos recebido um contrato para que derrotássemos eles, mas eles não especificaram a forma. Aí como eles, meio que hipnotizam pessoas e aliens com o xenocito, descemos da parede com cuidado para não chamar atenção e transformei no acelerado pra nocautear seus lacaios, mesmo que sobraçem alguns.
Anti-Venom: -E os inimigos nocauteados eu curei.
Sweetie Beele: -Mas o seu relógio não tem função de curar as pessoas corrigindo erros de DNA e de doenças?
Arthurios: -Sim, mas ele não tem um meio de curar mais de um doente, pelo menos do jeito que eu os curei, só dava pra curar um de cada vez.
Anti-Venom: -Depois de curar os infectados e destruir os caixotes e barris de ovos de xenocitas, nós fomos atrás do cara que tinha feito esse plano todo.
Arthurios: -Mas claro que deixamos os inocentes em um lugar seguro, já que alguns estavam inconscientes.
Anti-Venom: -Daí, corremos pelo lugar todo para acharmos o cara, que era meio que o chefe deles dessa vez. Quando o acharmos, seria derrotar ou matá-lo, vocês sabem como a gente trabalha. Chegamos numa sala onde ele deveria estar. Andamos bem devagar e nos camuflamos perto de uma parede, assim que ele chegou na sala nós o surpreendemos, o prendemos e o interrogamos.
Arthurios: -Eu falei para ele: é o seguinte meu parceirinho, ou tu conta pra gente qual era seu plano com os DNAliens, ou meu irmãozinho Carnificina vai te fazer falar. O jeito que ele costuma resolver as coisas não é lá muito gentil, diferente de outros que já devem ter feito isso com você. Daí eu estalei os dedos pedindo para que o Carnificina o prendesse com seus chicotes de tentáculos. O chefe do crime falou com muito medo pra gente: Eu contratei esses caras para contrabandear tecnologia roubada. Não me matem.
Aí eu falei: solta ele Carnificina, e respondi ao criminoso: não podemos te matar, mas podemos fazer outra coisa. Em seguida me transformei no espantoide.
Anti-venom: -Eu o incrementei com meus poderes.
Arthurios: -Abri a gaiola que cobria o rosto dele e o cara ficou quenem morto vivo, pálido e com muito, MUITO medo. E saímos da sala dele quebrando a parede, já que não tina mais nada para matarmos ou salvar.
Arthurios: -Então foi assim que aconteceu, o que acharam?
Scootaloo: -Achei que vocês iam matar o criminoso, mas nem sempre a solução é sair quebrando todo mundo no caminho. E o Anti-Venom tem seu próprio jeito de ajudar as pessoas.
Sweetie Beele: -Mas e o chefe que estava armando, tudo ficou bem?
Arthurios: -Garota nós só o fizemos ver o maior medo primordial dele, ele deve ter acordado depois.
“Anti-venom ri enquanto quebra a parede de um prédio: -Haha
Agente Venom: -Ai essa não, NÃO!
Anti-Venom pousa grita: -PURIFIAR A DOENÇA, PURIFICAR TODOS!”
Scootaloo pergunta: -As versões de adaptações do personagem são idênticas?
Arthurios desliga a televisão e fala: -Bom ambas as versões dos quadrinhos, e o nosso Anti-Venom tem sua origem bem diferente.
Apple Bloom reclama: -Ei tava na melhor parte.
Arthurios: -Desculpa, mas como devo relembrar que estou contando a história de meus irmãos alienígenas e seu surgimento, e também a gente consegue rever esse episódio na internet.
Ainti-venom projeta sua cabeça para começarem a história.
Arthurios: -Bom quando eu criei o Anti-Venom estávamos ajudando algumas pessoas de alguns bandidos e eu percebi que algumas vezes, o Venom ficava mais violento, mas o Carnificina ficava descontrolado e as vezes, quase atacava os inocentes. Para resolver esse problema em um dos meus experimentos eu peguei uma parte do simbionte do Venom.
Venom argumenta: -Isso me incomodava e foi feito umas quatro vezes!
Arthurios: -Mas você se regenerava. Continuando... Eu juntei com alguns glóbulos brancos alterados geneticamente para que ajudasse com esse problema e não os matassem, que ao contrário dos quadrinhos, onde na minha opinião é um troço que faz um pouco de sentido, mas acho que a origem dele deveria ser mais ligada a experimentos e não ao poder de um vilão.
Ainti-Venom: -E como os meus irmãos, eu me liguei a ele, a Venom e Carnificina. Já me explicaram tudo, mas tinha um porém: eu não era igual aos outros dois simbiontes que vieram ates de mim, eu era bem diferente.
Arthurios: -Em um momento quando estava explicando sobre como ele deveria agir e que tipo de coisas ele enfrentaria, nós vimos alguém ferido em um acidente e fomo ajudar. Primeiro tiramos os escombros e objetos que estavam atrapalhando, assim que tiramos os destroços perguntei para o Anti-Venom: Já que você recebeu glóbulos brancos modificados acho que você consegue curá-la ou diminuir a dor dela?
Anti-venom: -Ai eu respondi: posso tentar. Tentei limpar o maximo de impurezas e outros tipos de problemas organismo dessa inocente.
Arthurios: -Bom aí o Anti-Venom tentou curá-la, e basicamente por conta dos glóbulos brancos, ele conseguiu o poder de curar qualquer tipo de doença existente.
Scootaloo interrompe e pergunta: -Como?
Arthurios responde: -Por exemplo o câncer ou gripe, mas continuando... Ele curou a pessoa e levamos ela para um lugar seguro, fomos procurar mais inocentes e limpar os escombros e destroços da rua.
Arthurios: -Bom e esse é o começo da história do Anti-Venom. Agora vou contar um dos dias que nós tivemos que enfrentar alguns inimigos e não só ajudar e curar pessoas. Estávamos enfrentando alguns DNAliens que estavam servindo a um bandido.
Sweetie Belle levanta a sua mão e antes de falar Arthurios a responde: -Não eles não eram os Atazianos.
Apple Bloom pergunta: -Um o que?
Arthurios responde Apple Bloom: -Também conhecidos como soberanos. Bem... estávamos os observando, pois tínhamos recebido um contrato para que derrotássemos eles, mas eles não especificaram a forma. Aí como eles, meio que hipnotizam pessoas e aliens com o xenocito, descemos da parede com cuidado para não chamar atenção e transformei no acelerado pra nocautear seus lacaios, mesmo que sobraçem alguns.
Anti-Venom: -E os inimigos nocauteados eu curei.
Sweetie Beele: -Mas o seu relógio não tem função de curar as pessoas corrigindo erros de DNA e de doenças?
Arthurios: -Sim, mas ele não tem um meio de curar mais de um doente, pelo menos do jeito que eu os curei, só dava pra curar um de cada vez.
Anti-Venom: -Depois de curar os infectados e destruir os caixotes e barris de ovos de xenocitas, nós fomos atrás do cara que tinha feito esse plano todo.
Arthurios: -Mas claro que deixamos os inocentes em um lugar seguro, já que alguns estavam inconscientes.
Anti-Venom: -Daí, corremos pelo lugar todo para acharmos o cara, que era meio que o chefe deles dessa vez. Quando o acharmos, seria derrotar ou matá-lo, vocês sabem como a gente trabalha. Chegamos numa sala onde ele deveria estar. Andamos bem devagar e nos camuflamos perto de uma parede, assim que ele chegou na sala nós o surpreendemos, o prendemos e o interrogamos.
Arthurios: -Eu falei para ele: é o seguinte meu parceirinho, ou tu conta pra gente qual era seu plano com os DNAliens, ou meu irmãozinho Carnificina vai te fazer falar. O jeito que ele costuma resolver as coisas não é lá muito gentil, diferente de outros que já devem ter feito isso com você. Daí eu estalei os dedos pedindo para que o Carnificina o prendesse com seus chicotes de tentáculos. O chefe do crime falou com muito medo pra gente: Eu contratei esses caras para contrabandear tecnologia roubada. Não me matem.
Aí eu falei: solta ele Carnificina, e respondi ao criminoso: não podemos te matar, mas podemos fazer outra coisa. Em seguida me transformei no espantoide.
Anti-venom: -Eu o incrementei com meus poderes.
Arthurios: -Abri a gaiola que cobria o rosto dele e o cara ficou quenem morto vivo, pálido e com muito, MUITO medo. E saímos da sala dele quebrando a parede, já que não tina mais nada para matarmos ou salvar.
Arthurios: -Então foi assim que aconteceu, o que acharam?
Scootaloo: -Achei que vocês iam matar o criminoso, mas nem sempre a solução é sair quebrando todo mundo no caminho. E o Anti-Venom tem seu próprio jeito de ajudar as pessoas.
Sweetie Beele: -Mas e o chefe que estava armando, tudo ficou bem?
Arthurios: -Garota nós só o fizemos ver o maior medo primordial dele, ele deve ter acordado depois.
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