A Expedição

Fui até uma Arvore próxima e comecei a varrer minha simbionte resmunga: -Não seria melhor usar nossos poderes isso facilitaria muito com as tarefas. 
Um pouco ofegante respondi: -Por, que minha bisavó, não gosta que use poderes para fazer as tarefas simples ainda mais se for coisas simples. 
Minha simbionte questiona: -Por quê? Ela diz que fazer isso tira todo o mérito de um trabalho feito a mão ou algo parecido. 
Já perto de terminar respondo: -Mais ou menos, ela diz que usar os poderes deixa a gente preguiçoso e dependente até demais desse tipo de coisa. 
Ao terminar, peço a grito que se estique até em casa, pegue a lista e um saco para colocar as folhas. Ela volta com um saco e a lista, colocamos as folhas no saco e o levamos para perto da casa, minha bisavó deve fazer alguma coisa com estas folhas... 
Eu volto para casa, pego a lista e leio, passo pela cozinha e vejo minha tia lavando a louça, pego a vassoura e volto para a sala e começo a varrer. 
Grito começa a reclamar: - Viemos para cá para ficar faxinando a casa? Era este tipo de autoconhecimento que você buscava? 
Eu ouço a reclamação e respondo: -Não é assim, temos uma longa caminhada até esse ponto, meu irmão demorou milênios para entender os próprios poderes, aprender, treinar e até educar as sete pestes que hospedam o corpo dele. 
Grito comenta: - Tá, então vou descansar enquanto você faz estas atividades, eu gosto é de aventuras. 
Eu dou uma longa gargalhada e respondo: - Descansar? Tá e como você vai fazer isto? 
Grito me responde: -Eu já não saí do seu corpo diversas vezes para aproveitar o dia? 
Eu respondo: - Tá bom então, não vá longe. 
Grito sai do meu corpo se transformando em um gato e se deitando no braço do sofá 
Eu continuo limpando a casa, minha tia até ofereceu ajuda, mas eu neguei, agradeci a oferta e ela estranhou um pouco um gato amarelo e vermelho no sofá. 
Minha tia pergunta: - De onde saiu este gato? 
Grito levantou sua cabeça e respondeu: -Sou eu sua besta. 
Minha tia responde: -É que estou acostumada com os seus irmãos que não têm o costume de fazer isso. 
Eu termino de fazer a limpeza e pergunto se minha tia precisa de mais alguma coisa. Ela apenas balança a cabeça negativamente.  
Eu acordo Grito que se liga de volta a meu corpo e eu comento: -Eu quero ver do que seus poderes sônicos são capazes e treinar um pouco. 
Eu vou para fora e questiono minha tia se ela quer vir com a gente. Ela responde: -Não, esse tempo é de vocês não quero atrapalhar. 
Eu comento com minha simbionte: -Vamos nos distanciar um pouco da casa poque eu sinto que vamos causar um pequeno estrago e não quero tomar bronca por destruir o quintal. 
Nós seguimos até um canto do rancho que não ficava muito longe e nem perto demais. 
O campo tinha algumas arvores e pedras e eu questiono: -Ok qual de nós duas vai começar? 
Eu respondo: -Vamos começar com você, porém vamos dar um passo de cada vez antes de subir a escada. 
Grito cobre todo meu corpo se transformando. Grito respira fundo e dispara uma rajada sônica curta em uma pedra próxima fazendo-a rachar um pouco. 
Eu respondo: - Ótimo agora quero ver se você tem o extinto igual do Riot. Tenta criar uma bola de espinhos com seu cabelo e detona essa pedra. 
Grito pula em cima da pedra e a soca até destrui-la 
Eu observo o que Grito fez e respondo: -É... não foi bem isso que eu pedi, mas serve. Agora acerta aquele galho da quela arvore. 
Grito usa um dos fios do seu cabelo como uma ponta de lança cortando o galho 
Eu pergunto: -Quer tentar descascar a arvore? 
Grito estala as juntas dos dedos, respira bem fundo, se concentra e solta uma rajada sônica poderosa que joga a arvore para longe. 
Eu respondo: -Beleza. quer dar um tempo e deixar para eu treinar agora? 
Grito se recolhe e chego perto de uma das pedras me concentro e absorvo o material e transformo uma das minhas mãos em uma clava me concentro de novo retiro o material de me corpo 
Grito questiona: - Sério só isso? 
Eu respondo: - Calma eu tô começando fazer esse tipo de coisa com mais frequência. 
Grito responde criando uma extinção de um tentáculo de minhas costas: -Eu tenho uma ideia. Tenta absorver meu material genético e vamos ver o que acontece. 
Eu absorvo o tentáculo e minha mão fica em um tom um pouco escura, minhas unhas ficam mais afiadas assim como também posso sentir que estou mais forte do que de costume. Dou um soco em uma arvore cortando um pedaço do tronco. 
Eu questiono para mim mesma em tom baixo: -Cera que consigo absorver energia também? 
Grito me responde: -Você não iria causar um pequeno apagão no bairro ou na cidade sua demente  
Eu respondo: - Pior que você até tem razão, mas temos que arranjar alguma fonte de energia 
Grito me questiona: -Para que exatamente? 
Eu respondo, enquanto seguimos o caminho de volta para casa: - Quero saber mais dos meus poderes e de suas extinções e em como isso pode nos ajudar com diversos problemas, e quero te treinar para ter acesso a mente coletiva da sua espécie para que você tenha seus poderes ampliados. 
Antes de Grito começar a falar eu a interrompo: -Nós vamos andando a casa da Bisa, não fica muito longe  
Quando chegamos, enquanto abro a porta Grito me pergunta: -Acha que vamos tomar bronca? 
Eu respondo: -Acho que a Bisa vai pegar leve com a gente, mas acho que a Apple Bloom já teria avisado nesse tempo que voltamos. 
Bisa nos vê entrando, olha de rabo de olho e comenta: - Cês não venham de pés sujo não, a casa tá limpa. Vão pela porta dos fundos e limpem os pés. 
Eu comento com grito: - Acho que ela está aborrecida.... 
Limpei meus pés e entramos em casa, a Bisa disse para pegarmos um lanche que ela preparou no forno. 
Hummm, torta de frango, adoro. Grito resmunga: - Não lembro de você já ter comido isto. 
Eu penso “é mesmo, nunca comi torta de frango, como posso saber que adoro? Será alguma lembrança de minha matriz? Deixa pra lá, vou saborear esta torta. 
Após devorar uma fatia, grito resmunga: - Que coisa deliciosa, adorei. 
Agradeço a Bisa, vou para o quarto e me deito na cama. 
Grito me pergunta: - E agora, que faremos? 
Respondo: - Sei de um deserto próximo daqui, vamos explorá-lo? 
Grito: - E você que me pergunta? A decisão é sua, irei sempre a onde você for. 
Balanço a cabeça sorrindo. Me levanto, vou procurar a Bisa. 
Paro na porta dos fundos, e a vejo varrendo o quintal, a chamo: - Biza, como eu faço para ir ao deserto? 
A Biza responde: - Ué?? Você não sabe voar, correr, andar? Cada pergunta idiota. 
Dou risada e ela fala: - Se for para o deserto, não esqueça de levar comida e principalmente água. 
Volto para meu quaro, começo a arrumar as coisas para partir. Grito fala: - Mas que decisão rápida. 
Depois de arrumar as coisas, nos despedimos da Biza e partimos. 
Aviso a grito, vamos caminhando. Ela logo reclama: - O quê???? Por que não pegar um transporte? 
Eu respondo: - Porque caminhando vamos conhecendo o caminho, vendo as coisas. 
Grito: - Mas qual a distância? 
Eu: - Uns 30 quilômetros até o início do deserto. Lá tem um pequeno vilarejo onde vamos descansar, arrumar suprimentos e depois adentrar no deserto. 
Grito: - Tem ideia de quanto vamos explorar deste deserto: 
Eu: - Não tenho a menor ideia. 
Seguimos caminhando, observando tudo, os animais, as pessoas, as casas, montanhas e rios. Paramos em um destes rios para beber água e vimos crianças pescando. 
Nos sentamos e ficamos observando as crianças pescarem. Um dos meninos começa a gritar enquanto sua vara de pescar começa a sacudir. Ele puxa de um lado para o outro e em seguida tira do rio um peixe, não é tão grande, mas dá para fazer uma boa refeição. 
Pergunto se eles deixariam eu tentar pegar um peixe, um deles, sentado descansando me estende a sua vara. Eu pego uma das iscas e começo a pescar. Grito fica falando na minha cabeça: - Joga lá na direita, tem mais peixes, balança a vara para chamar os peixes, puxa, um peixe beliscou. Eu digo para Grito: - Dá para ficar calada. 
As crianças me olham e perguntam: - Você é doida? Tá falando sozinha? A gente tá quieto aqui. 
Eu dei rizada e respondo: - Sou eu conversando com minha consciência. 
Eles rim e comentam: - É doida mesmo.... 
Depois de algum tempo, consigo pegar um peixe, também não era tão grande, mas daria uma boa refeição. 
Embrulhamos o peixe em folhas e partimos. 
Mais belas vistas no caminho, numa pequena casa, uma velha senhora nos chama a atenção, ela está preparando uma sopa, oferecemos nosso peixe para completar. Ela sorriu e nos agradeceu. Ficamos observando-a cozinhar. No final, ela nos oferece um pote que colocou um pouco de sua sopa. 
Agradecemos e seguimos nosso caminho. Durante a caminhada Grito me questiona: -você não está meio desidratada ou sei lá com problemas com o calor? 
Eu respondo: -Um pouco talvez, mas se você for assumir a jornada não teria como você se pendurar em nada a não ser *respira um pouco ofegante* pedras, mas daqui apouco, chegaremos no vilarejo no limite do deserto, descansaremos, vamos nos alimentar, hidratar e tomar um bom banho refrescante 
Grito responde: - Perfeito, mas ainda falta quanto até o vilarejo? 
Eu respondo: - Após aquela casa vermelha, já é o vilarejo. 
Nós seguimos até o local e Grito novamente me pergunta: -Você quer sentar um pouco senão você não vai aguentar o caminho todo, sei que você tem uma resistência a temperaturas extremas, mas você não tem cento e oitenta metros de pura pele escamosa para resistir a uma longa caminhada em um deserto ou um local tão quente. 
Eu respondo: - Eu sei, por isso, vamos parar no vilarejo. Amanhã a gente vai conversar com as pessoas e pegar mais informações sobre o deserto e planejar nossa aventura. 
Chegando ao vilarejo vemos uma placa “Bem-vindo a Virken, entramos numa mercearia e perguntamos se haveria algum lugar para descansar. 
Um senhor se vira e responde: -No fim desta rua, tem uma pensão, procurem a Dona Rosa, ela vai hospedar você. 
Grito fala bem baixinho: - E eu? 
Eu respondo: - Nós somos um só neste momento, e eles só conseguem me ver. 
Agradeço ao senhor da mercearia e sigo para a pensão. 
Chegando na pensão, vejo algumas pessoas e seres de várias espécies como: 
Um garotinho Pyronita brincando com um jovem Rodocentaurian 
E em outro, canto três jovens, sendo um Orichano, uma Planchacüle e um Biotsavartiano sentados em três pedras. Uma pedra um pouco maior, como mesa conversando e jogando cartas. 
Entramos na pensão para falar com a Dona Rosa. 
Uma Florauna , se aproxima e se apresenta: - Olá minha queria, sou Dona Rosa, dona da pensão. O que faz por aqui? 
Eu respondo: -Procuro um lugar par descansar. Nos próximos dias farei uma exploração do deserto. 
Dona Flora: -Bem para descansar tenho um quarto, pequeno, mas dá para você, mas sobre o deserto, recomendo repensar esta exploração. 
Eu: - Por quê? 
Dona Flora: -Há muitos perigos neste deserto, coisas sombrias acontecem por lá. Muitos que tentaram explorá-lo, nunca voltaram, outros voltaram tão aterrorizados, que nunca mais falaram. 
Eu respondo com um tom pouco confiante: -Senhora eu já enfrentei gigantes o que esse deserto reservar pra mim posso arranjar um jeito de expurgar do local 
Dona flora nos guia até o quarto e Grito resmunga: -Nem trouxemos uma muda de roupas ou no mínimo uma outra calça ou saia, já que posso me adaptar e virar uma camisa. 
Eu respondo: - Vamos descansar, amanhã a gente dá uma volta no vilarejo e arrumamos algumas roupas. 
Eu entro no quarto, o local tinha uma cama com uma estante do lado e uma janela com cortina e um banheiro. 
Eu questiono para Grito: -Quer tentar começar seu treino do seu aceso da mente coletiva da sua espécie? 
Grito responde: -Topo. 
Eu me sento na cama de pernas cruzadas, respiro fundo e comento: -Beleza, vamos chegar até o centro da colmeia Psíquica da sua espécie. 
Durante a concentração eu respondo: -Vamos lá temos que chegar na memória de um dos primeiros antepassados da tua espécie e com o que ele pode te ajudar com o que tipo de ensinamento de combate ou artificio útil. 
Flashes de memorias passam em minha mente e na mente de Grito: 
Vemos Klyntar com suas paisagens exóticas e outros Simbiontes convivendo pacificamente. 
Vemos guerreiros que foram usados como hospedeiros, lutando contra exércitos de trilhões de homens e mulheres e outras memorias de outros hospedeiros, sendo apenas usados como carcaças para serem controladas. 
Em outra memoria, um Simbionte se hospedou em um Dragão na idade média, destruindo vilarejos e matando pessoas inocentes e guerreiros que apenas defendiam sua casa. 
Terminando o treino eu comento: -Cara foi horrível rever essas memorias pela milésima vez. 
Grito um pouco confusa e meio em choque por tudo o que viu responde: -Minha espécie é curiosa. Causaram caos, destruíram casas, usaram pessoas mortas como meio de transporte e outras coisas horríveis. 
Eu retruco rindo: -Sem falar no dragão. Mas chega por hoje, vamos comer alguma coisa e dormir. 
Amanhece o dia, ruídos de pessoas conversando, cheiro de comida entrando no quarto, o sol entra no quarto iluminando tudo. 
Acordo Grito: - acorde preguiça. 
Grito: -preguiça, eu? Estou acordada faz tempo, não te chamei, pois você precisa descansar mais que eu. 
Eu: -Então tá, vamos no banheiro, e descer para comer alguma coisa, depois vamos explorar o vilarejo. 
Grito: -Perfeito. Vamos ver se tem animais perambulando por aí para eu comer seus cérebros. 
Eu respondo: -Sim e ver uma outra roupa para eu vestir 
Depois de tomar café e descermos, fomos em direção ao vilarejo e olhamos uma tenda vendendo roupas. Vemos algumas regatas e camisas de tecido fino, passamos por outras tendas vendendo colares e outras bijuterias. 
Fomos para outra tenda, observamos que uma duna do deserto está se movimentando rapidamente então grito me questiona: -vem cá, as dunas têm o costume de se mover desse jeito? 
Espantada e surpresa respondo: -Não, e já sei quem e o que é. 
Grito: -Então, o que é? 
Eu: Quando a duna se aproxima uma fera imensa sai do chão e a criatura ruge ferozmente . 
Grito me questiona: -O QUE É ESSA COISA????? 
Eu grito para todos: -corram, fujam e salvem suas vidas!! 
Eu respondo para Grito: -É um Diablos uma criatura da dimensão do velho mundo, lugar onde existem bestas colossais e repteis draconicos e outras criaturas que espantariam até os seres mais fortes. 
Eu sorrio e respondo: -Cê queria uns cérebros para se alimentar, tem um bem grande, eu acho. 
Eu corro desvio dos ataques da fera e grito: -Agora Grito. 
Grito se junta a meu corpo e ela me questiona: -O que eu faço? 
Eu respondo: -Monta nele, eu tenho uma ideia. Tente enfraquecê-lo, ficará muito mais fácil de derrotá-lo 
Grito golpeia a perna do Diablos e sobe no lado do tronco da criatura e finca as garras no corpo da criatura a fazendo rugir de dor. 
Grito abre um ferimento no corpo da criatura, em seguida sobe nas costas dele o aranhando, ainda mais quando chega perto de sua cabeça. 
Eu comento: -Certo agora tenta hospedar metade da sua matéria na cabeça dele. 
Grito responde: -Ok vou tentar. 
Grito coloca as mãos atras do seu folho ósseo transformando a criatura e deixando meu corpo com alguns rastros da Grito em meu corpo. 
Transformando a cabeça até o pescoço da criatura  
Eu respondo: -Quando você quiser se alimentar tá liberado 
Grito se utiliza das funções cerebrais para machucar e retardar a criatura e por fim devorando o cérebro do Diablos deixando apenas a carcaça do monstro.  
Após, matarmos o Diablos  Saímos de envoltos numa grande nuvem de poeira, se destransformando   e percebemos que a população do vilarejo estava observando nossa luta. 
Quando a poeira baixa e eles vem o Diablos morto, a população grita extasiada: -É o fim dos nossos problemas!  
Me aproximo de D. Flora e ela comenta: -Essa criatura nos atormentava a semanas.  
Eu respondo refutando Dona Flora: -Mas duvido que ele seja o último que vá atormentar vocês. 
Coçando atras da cabeça Dona Flora me questiona: -Por quê? Por acaso tem uma manada dessas coisas vindo para cá? 
Eu respiro fundo e respondo: -Dona Flora, esse bicho veio de outro universo. 
Ela estranha minha resposta, ficando confusa. Eu continuo: - Eu sabia que a senhora poderia achar um pouco estranho ou incomum, mas o Diablos assim como muitas criaturas semelhantes, vieram de outro mundo, onde praticamente a humanidade ainda é arcaica em questões da tecnologia, porém se fortaleceram fazendo armas e equipamentos com a pele e ossadas dessas criaturas e eles caçam e as matam para ajudar nas suas vilas. 
Dona Flora responde: -Quantas criaturas existem exatamente? 
Eu respondo: -Milhares, mas nem todas são agressivas de imediato, algumas são pacíficas, mas quando incomodados, podem ficar agressivos e atacar as pessoas. 
Quando terminei de explicar para Dona Flora ela responde: -Espero que a próxima invasão não tenha uma criatura tão arisca. 
Eu respondi: -Ainda bem que não foi um Rathalos ou uma Rathian. 
Dona Flora me questiona: -E eles são perigosos por quê?  
 Eu respondo: - Eles são uma das feras mais agressivas, perigosas e muito territoriais. Capazes de cuspir chamas intensas, a Rathian tem dentes e uma calda capaz de envenenar seus inimigos e presas. 
Dona Flora se espanta com minha resposta e responde: -Fogo. Eles são o que, dragões? 
Eu confirmo e respondo: -Sim, mas a senhora não sabe nem metade do que eu já enfrentei ou já fiz. 
Dona Flora fica curiosa com minha resposta: - Como assim? 
Eu volto com dona Flora para a pousada e ela me pede para explicar toda minha história. 
Na pousada, Dona Flora prepara um chá enquanto eu estava sentada na mesa, terminando de contar minha história:  - E foi isso. 
Dona Flora me responde, listando o que ouviu de minha história: -Então você é uma clone do seu irmão, seu irmão é um ser além de uma compreensão comum, suas mães e amigas sofriam com um tipo de mágica que veio de outro mundo, invadindo a própria escola e que duas de suas amigas foram controladas por essa magia, a cidade delas foi atacada por um alienígena gigante de três cabeças. 
Eu respondo afirmando: -Sim, é que você não sabe o que meu irmão já fez a milhares de anos. Ele já visitou outros universos e outros planetas. Uma vez ele ajudou o reino de onde veio essa magia, pois uma rainha fez um feitiço para trazer mais aliados e acidentalmente trouxe robôs alienígenas, que e com seus conhecimentos ele conseguiu ajudar aquele mundo. 
Resolvemos passar mais um dia no vilarejo antes de explorar o deserto. 
Tomei um banho para tirar a poeira após a briga com Diablos, roupa que havia acabado de comprar estava toda destruída. Grito rindo fala: -Terá que comprar outras roupas. 
Respondo cinicamente: -Sério? Não tinha percebido. 
Vesti minha única roupa restante e voltamos na tenda, lá conversamos um pouco com as pessoas, enquanto escolhia novas roupas. 
Ao sair, passamos na mercearia para comprar provisão para nossa exploração no deserto. 
Voltamos à pousada para descansar. 
Falo para Grito: -Vamos treinar seu aceso da mente coletiva da sua espécie de novo? 
Grito responde: - Vamos. 
Nós vimos memórias de hospedeiros de outros planetas, seres pacíficos de um planeta com um sistema político muito complexo, guerreiros em combate, outras versões de Venom e seus irmãos que já hospedaram diversas pessoas, versões caóticas e aterrorizantes de Carnificina algumas que já tiveram um poder altíssimo conquistado ou versões terríveis e animalescas. 
Após treinarmos vimos que já era noite, descemos para a cozinha da pousada para comermos alguma coisa, antes de dormir. 
Ao amanhecer, juntamos nossas coisas descemos para a cozinha, comemos alguma coisa e nos despedimos de Dona Flora. 
Ela cometa: -Vocês não vão voltar?
Eu respondo: -Não sei, eu espero que sim. Vai depender do que encontramos nesta exploração. Mas gostei tanto daqui que farei o possível para retornar. 
Partimos em direção ao deserto, todos na cidade vêm nos cumprimentar e se despedir, recebemos mais provimentos, algumas roupas e até um chapéu só para Grito. 
Durante o caminho eu respondo a Grito: -Não sei por que deram um chapéu para você. 
Grito responde: -Também não faço ideia, mas acho melhor você usar, o caminho é longo e você vai pegar muito sol nessa cabeça. 

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